domingo, 30 de agosto de 2009
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Amor, fé, estrela, fotografia, arte, cinema, chuva de agosto, café, chá das 5, português, música, família, coca-cola, the sims, mágico de Oz, pele, mordidas, viagens, vodka, tequila, óculos, três amigos, pôr do sol, primavera, inverno, chocolate branco, 11:11 ♥, fazer um desejo, livros, diamantes, 29 de setembro, implicância, baunilha, educação, 15 de janeiro, quinta-feira, F.R.I.E.N.D.S., o caçador de pipas, dormir, bons escritores, 00:00, segredos, all star - nando, cores, maturidade, quinteto impolúto, 474, tomates verdes fritos, guarda chuva, downloads, verão, cantando, "que seja doce..", sonhos, 3 palavras 8 letras... Distância significa tão pouco quando você ama alguém tanto assim!
segunda-feira, 24 de agosto de 2009
Estou me transformando aos poucos num ser humano meio viciado em solidão.
E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como "eu gosto de você". Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tomara que seja o meu.
É recomendável não descobrir todos os segredos.
É mais recomendável ainda, os do meu coração, jamais descobrir. Mas hoje, justamente hoje descobri-os. E dói como se estivesse enfincado uma lâmina fina e afiadíssima dentro do meu pobre coração.
Quero falar logo que essa minha contaminação por você vai chegar ao fim... Quero logo que meus pensamentos soltos não vão mais terminar sempre pensando em você... Quero logo tirar esse calor dos seus beijos e abraços ao lembrar do seu nome!
QUERO LOGO, TANTO QUANTO QUERO TER-TE AQUI!
Me queira bem. Estou te querendo muito bem neste minuto. Tinha vontade que você estivesse aqui e eu pudesse te mostrar muitas coisas, grandes, pequenas, e sem nenhuma importância, algumas. Fique feliz, fique bem feliz, fique bem claro, queira ser feliz.
... estou triste, deixa-me sozinha e infeliz!
E que só sabe escrever. Não sei mais falar, abraçar, dar beijos, dizer coisas aparentemente simples como "eu gosto de você". Gosto de mim. Acho que é o destino dos escritores. E tomara que seja o meu.
É recomendável não descobrir todos os segredos.
É mais recomendável ainda, os do meu coração, jamais descobrir. Mas hoje, justamente hoje descobri-os. E dói como se estivesse enfincado uma lâmina fina e afiadíssima dentro do meu pobre coração.
Quero falar logo que essa minha contaminação por você vai chegar ao fim... Quero logo que meus pensamentos soltos não vão mais terminar sempre pensando em você... Quero logo tirar esse calor dos seus beijos e abraços ao lembrar do seu nome!
QUERO LOGO, TANTO QUANTO QUERO TER-TE AQUI!
Me queira bem. Estou te querendo muito bem neste minuto. Tinha vontade que você estivesse aqui e eu pudesse te mostrar muitas coisas, grandes, pequenas, e sem nenhuma importância, algumas. Fique feliz, fique bem feliz, fique bem claro, queira ser feliz.
... estou triste, deixa-me sozinha e infeliz!
sexta-feira, 21 de agosto de 2009
Se eu soubesse...
Em primeiro lugar, quero deixar claro uma coisa: estou bem, exatamente como queria estar dadas as circunstâncias atuais – digo isso pois não se pode ter tudo que se quer na vida.
Após dizer isso, posso partir para o segundo ponto sem que achem que estou em depressão, querendo me matar ou algo do tipo.
O fato é que ontem, quase sem querer, encontrei meu antigo fotolog, que durou bons meses até o ano de 2009... Faz tempo… Mas ainda me recordo de seus antigos post's, antigas paixões e amizades.
E que momento ‘nostálgico’ foi aquele.
Me fez pensar muito. Refletir bastante mesmo sobre o papel do passado em nossas vidas. Cheguei apenas a uma conclusão: que pra cada pessoa ele tem uma função. Mais do que isso, para cada um existe uma demarcação de tempo.
Posso, apenas, dar o meu exemplo.
O passado pra mim serve pra eu ter SAUDADE. Nada mais. E quando digo SAUDADE, não quer dizer que minha vontade era estar vivendo exatamente aquilo hoje. Quer dizer que eu me orgulho daquilo que já vivi.
Parei pra ler e pensar sobre os comentários do fotolog. Quantas pessoas que ali faziam parte da minha vida e hoje nem sei se estão vivas! Quantas pessoas que ali comentavam tímidas, devido a pouca intimidade, e hoje convivem cotidianamente comigo! Quantas pessoas nem sei quem são e às vezes já soube e não sei mais, ou não quero saber mais!
É quando descubro meus demarcadores de tempo: as músicas.
Meu fotolog em questão era repleto de músicas. E me admiro ao notar que, quando as vejo, lembro exatamente da mesma coisa que eu lembrava há alguns anos atrás. Elas me remetem a recriar os momentos que outrora vivi – tudo nítido, como se fosse hoje. Me voltam as angústias e alegrias; os sonhos e as decepções; os medos e as curiosidades.
E sabem o que mais me impressionou em toda essa ‘viagem ao passado’?
Perceber que continuo vivendo as mesmas histórias trocando apenas as personagens.
Lembro até da frase que eu mais gostava naquela época. Humberto Gessinger escreveu: “se eu soubesse antes o que sei agora, iria embora antes do final…”. Acho que ele já sabia o que só há pouco tempo eu descobri. Que NO FIM, TUDO É UMA PIADA.
Após dizer isso, posso partir para o segundo ponto sem que achem que estou em depressão, querendo me matar ou algo do tipo.
O fato é que ontem, quase sem querer, encontrei meu antigo fotolog, que durou bons meses até o ano de 2009... Faz tempo… Mas ainda me recordo de seus antigos post's, antigas paixões e amizades.
E que momento ‘nostálgico’ foi aquele.
Me fez pensar muito. Refletir bastante mesmo sobre o papel do passado em nossas vidas. Cheguei apenas a uma conclusão: que pra cada pessoa ele tem uma função. Mais do que isso, para cada um existe uma demarcação de tempo.
Posso, apenas, dar o meu exemplo.
O passado pra mim serve pra eu ter SAUDADE. Nada mais. E quando digo SAUDADE, não quer dizer que minha vontade era estar vivendo exatamente aquilo hoje. Quer dizer que eu me orgulho daquilo que já vivi.
Parei pra ler e pensar sobre os comentários do fotolog. Quantas pessoas que ali faziam parte da minha vida e hoje nem sei se estão vivas! Quantas pessoas que ali comentavam tímidas, devido a pouca intimidade, e hoje convivem cotidianamente comigo! Quantas pessoas nem sei quem são e às vezes já soube e não sei mais, ou não quero saber mais!
É quando descubro meus demarcadores de tempo: as músicas.
Meu fotolog em questão era repleto de músicas. E me admiro ao notar que, quando as vejo, lembro exatamente da mesma coisa que eu lembrava há alguns anos atrás. Elas me remetem a recriar os momentos que outrora vivi – tudo nítido, como se fosse hoje. Me voltam as angústias e alegrias; os sonhos e as decepções; os medos e as curiosidades.
E sabem o que mais me impressionou em toda essa ‘viagem ao passado’?
Perceber que continuo vivendo as mesmas histórias trocando apenas as personagens.
Lembro até da frase que eu mais gostava naquela época. Humberto Gessinger escreveu: “se eu soubesse antes o que sei agora, iria embora antes do final…”. Acho que ele já sabia o que só há pouco tempo eu descobri. Que NO FIM, TUDO É UMA PIADA.
quinta-feira, 20 de agosto de 2009
Só queria um pouco mais de tempo
Era uma criança calma. Sem muitos amigos. Tinha alergia emocional. Vivia na companhia constante da televisão. Acalmava tomando mamadeira. Amava o cheiro de chuva. Gostava de tomar guaraná com fandangos. E chorava na hora de pentear os cabelos. Passava o dia praticamente sem ser notada.
Via seus pais brigando diariamente. Nasceu escutando. E nesse momento queria mais do que tudo não existir. Muitas vezes, desejava que seu pai não voltasse mais pra casa. Às vezes, desejava a sua morte. Ela sabia que aquilo era horrível, repugnante, mas ela não suportava mais. Depois se arrependia, se culpava e se achava a pessoa mais ruim do mundo. Ela sentia tanta raiva dele. Ela queria paz, mas ele trazia tristeza.
Nunca entendeu muito bem o porque de tudo. Por que sua família simplesmente não podia ser como a da amiguinha ao lado.
Não entendia seu pai, e ele era uma pessoa boa. Ela sabia disso, mas não podia entender por que eram tão distantes se moravam na mesma casa. Não entendia por que ele nunca foi ao cinema com ela. Por que ele nunca contava sua vida. Por que ele nunca tinha dito que a amava. Ou se dizia, muitas vezes as palavras mal intencionadas eram repetidas com mais frequência.
Talvez sua infância também não tenha sido nada fácil.
Ela era só uma criança, não podia entender tudo aquilo. Era muito injusto.
Mas, a criança cresceu. Por dentro ainda morre de medo. Ainda não conseguiu quebrar a barreira entre seu pai e ela. Ainda está machucada. Mas chora pelos cantos sempre que lembra dele. E ainda deseja que ele passe uma ou duas tardes com ela, para compensar os meses de sua ausência.
Talvez normal aos olhos de todos, mas não aos meus.
Eles procuram uma diferença já faz tanto tempo. E quem sabe ela esteja presente em você. Ou não.
Pode ser mais uma daquelas falsas impressões misturadas com esperanças que costumo ter por procurar demais.
Me faço enxergar diferenças que não existem, só pra acalmar esse meu desespero. Me engano pra provar que não estou errada, que finalmente encontrei aquilo de que tenho sede. E todas as cenas passam pela minha cabeça.
A alegria novamente dá sinais de sobrevivência e percorrem por mim com gosto de brisa leve indicando que a chuva vem. Indicando que algo acontecerá. O vazio vai se afastando, vai virando lembrança ruim, mas somente lembrança.
Então, os dias passam e o tempo esfria tudo. Costumo a aceitar o tempo como sinonimo de verdade. Através dele, tudo que era pra ser é. Ele passa por cima de toda e qualquer esperança, e apaga qualquer sonho ainda prematuro que, com certeza, não acontecerá. Por mais que você lute por ele. Ele escorre. Quem sabe você é mais um desses sonhos prematuros que não têm força suficiente para existir de verdade. Apenas traz com você uma alegria e uma esperança pequena, do seu tamanho, mas que logo vai embora, como você. E eu voltarei para o mesmo lugar de sempre. Os meus pressentimentos estarão errados novamente. O vazio volta e mostra que nada mudou. Era apenas um sonho prematuro.
Volte a dormir.
Eles procuram uma diferença já faz tanto tempo. E quem sabe ela esteja presente em você. Ou não.
Pode ser mais uma daquelas falsas impressões misturadas com esperanças que costumo ter por procurar demais.
Me faço enxergar diferenças que não existem, só pra acalmar esse meu desespero. Me engano pra provar que não estou errada, que finalmente encontrei aquilo de que tenho sede. E todas as cenas passam pela minha cabeça.
A alegria novamente dá sinais de sobrevivência e percorrem por mim com gosto de brisa leve indicando que a chuva vem. Indicando que algo acontecerá. O vazio vai se afastando, vai virando lembrança ruim, mas somente lembrança.
Então, os dias passam e o tempo esfria tudo. Costumo a aceitar o tempo como sinonimo de verdade. Através dele, tudo que era pra ser é. Ele passa por cima de toda e qualquer esperança, e apaga qualquer sonho ainda prematuro que, com certeza, não acontecerá. Por mais que você lute por ele. Ele escorre. Quem sabe você é mais um desses sonhos prematuros que não têm força suficiente para existir de verdade. Apenas traz com você uma alegria e uma esperança pequena, do seu tamanho, mas que logo vai embora, como você. E eu voltarei para o mesmo lugar de sempre. Os meus pressentimentos estarão errados novamente. O vazio volta e mostra que nada mudou. Era apenas um sonho prematuro.
Volte a dormir.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
A escolha é sua.
As pessoas interpretam, em geral, o mundo sob sua própria ótica. Durante o dia recebemos dezenas, centenas, milhares de estímulos que nos levam a conceituar, classificar, julgar, avaliar, validar ou não uma situação de acordo com aquilo que acreditamos ser verdade, ou seja, vemos o mundo segundo nossa percepção do que é verdade, do que é certo. Vemos o mundo segundo nossa própria “lente”.
Tendemos a condenar, repelir, repudiar tudo aquilo que acreditamos ser uma ameaça a nós, a nossa relação, a nossa vida em comunidade ou ainda nossa vida profissional. A princípio parece que o ser humano tem uma tendência forte a autopreservação, uma tendência a estar defendendo com unhas e dentes aquilo que lhe é de interesse, seja sua família, seus amigos, seu futuro...
Até este ponto parece ser relativamente fácil concordar com as afirmações acima.
No entanto, surge um questionamento: se temos todo este ímpeto para defender nossos interesses, qual o motivo de passarmos as vezes 6, 8, 10 horas trabalhando/pensando, que seja, longe da nossa família, ou ainda, realizando tarefas, convivendo com pessoas ou enfrentando situações que muitas vezes não gostamos ou nos deixam desmotivados, insatisfeitos, nos forçando a realizar nosso trabalho apenas por pura e simples obrigação, para cumprir “tabela” como se diz no futebol?
Será que compensa passa a vida reclamando, criticando outras pessoas [colegas, vizinhos, professores, pais, o bispo]?
Até que ponto cuidamos da nossa própria satisfação?
Quanto tempo dedicamos a nossa realização pessoal e profissional?
Quantos de nós para cinco minutos por semana para pensar no rumo a ser seguido na vida?
Alguns podem achar que isto é utópico, pura fantasia, irrealista. Porem observe as pessoas de sucesso, cada uma trilhou um caminho diferente, mas todas têm em comum ao menos um ponto: um forte desejo ou aspiração ou ainda traçaram um rumo para a própria vida. Isto é, são apaixonadas pelo que fazem e buscam sempre serem melhores.
Porque seguir as pegadas deixadas por outras pessoas? Porque seguir o caminho que foi imposto pelas condições da vida? Porque aceitar isto?
Quantas pessoas sonharam ser Técnicos de não sei o que. Assistente de sabe se lá o que. Quantos fizeram cursos superiores em áreas que não tinham afinidade, e justificam com a seguinte frase: “não era bem o que eu queria, mas um dia ainda faço aquele que quero”...
Até onde me consta não existe uma lei ou regra que diga que devemos viver fazendo coisas das quais não teremos orgulho mais tarde? É possível sim fazer o próprio caminho. Se ele não existe, o que o impede de cria-lo?
Ah sim...A vida não é bem assim não é?
Somente posso argumentar que é lamentável, tem uma frase de Leon Tolstoi, que diz o seguinte: "Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para a fogueira.” E para complementar uma frase de Constantin Bracusi que diz: "As coisas não são difíceis de fazer, o difícil é nos dispormos a fazê-las."
Esqueça esta postura, para quem quer desculpas não vão faltar. Portanto, se você vê a vida com a lente dos derrotados, desanimados, daqueles que acham tudo tão difícil...Comece a se preocupar, afinal vivemos do passado, ou seja, o que vivemos hoje em geral é conseqüência do que fizemos anteriormente.
Você conhece alguém que conseguiu sucesso - e não estou falando necessariamente de dinheiro – reclamando, achando tudo difícil, criticando os outros?
Pois bem, ser ou levar uma vida medíocre é uma questão de opção.
No entanto, só pode se lamentar aquele que tentou de verdade, até o fim, aquele que deu o seu melhor. Não tenha a ilusão de ser perfeito, nunca atingiremos este status, no entanto, isto não deve lhe impedir de buscar ser perfeito.
Você quer o que da sua vida? Como pretende ser lembrando?
Uma coisa é certa: você pode passar a vida chorando, ou pode passar a vida vendendo lenços.
A escolha é sua e de mais ninguém!
Tendemos a condenar, repelir, repudiar tudo aquilo que acreditamos ser uma ameaça a nós, a nossa relação, a nossa vida em comunidade ou ainda nossa vida profissional. A princípio parece que o ser humano tem uma tendência forte a autopreservação, uma tendência a estar defendendo com unhas e dentes aquilo que lhe é de interesse, seja sua família, seus amigos, seu futuro...
Até este ponto parece ser relativamente fácil concordar com as afirmações acima.
No entanto, surge um questionamento: se temos todo este ímpeto para defender nossos interesses, qual o motivo de passarmos as vezes 6, 8, 10 horas trabalhando/pensando, que seja, longe da nossa família, ou ainda, realizando tarefas, convivendo com pessoas ou enfrentando situações que muitas vezes não gostamos ou nos deixam desmotivados, insatisfeitos, nos forçando a realizar nosso trabalho apenas por pura e simples obrigação, para cumprir “tabela” como se diz no futebol?
Será que compensa passa a vida reclamando, criticando outras pessoas [colegas, vizinhos, professores, pais, o bispo]?
Até que ponto cuidamos da nossa própria satisfação?
Quanto tempo dedicamos a nossa realização pessoal e profissional?
Quantos de nós para cinco minutos por semana para pensar no rumo a ser seguido na vida?
Alguns podem achar que isto é utópico, pura fantasia, irrealista. Porem observe as pessoas de sucesso, cada uma trilhou um caminho diferente, mas todas têm em comum ao menos um ponto: um forte desejo ou aspiração ou ainda traçaram um rumo para a própria vida. Isto é, são apaixonadas pelo que fazem e buscam sempre serem melhores.
Porque seguir as pegadas deixadas por outras pessoas? Porque seguir o caminho que foi imposto pelas condições da vida? Porque aceitar isto?
Quantas pessoas sonharam ser Técnicos de não sei o que. Assistente de sabe se lá o que. Quantos fizeram cursos superiores em áreas que não tinham afinidade, e justificam com a seguinte frase: “não era bem o que eu queria, mas um dia ainda faço aquele que quero”...
Até onde me consta não existe uma lei ou regra que diga que devemos viver fazendo coisas das quais não teremos orgulho mais tarde? É possível sim fazer o próprio caminho. Se ele não existe, o que o impede de cria-lo?
Ah sim...A vida não é bem assim não é?
Somente posso argumentar que é lamentável, tem uma frase de Leon Tolstoi, que diz o seguinte: "Há quem passe pelo bosque e só veja lenha para a fogueira.” E para complementar uma frase de Constantin Bracusi que diz: "As coisas não são difíceis de fazer, o difícil é nos dispormos a fazê-las."
Esqueça esta postura, para quem quer desculpas não vão faltar. Portanto, se você vê a vida com a lente dos derrotados, desanimados, daqueles que acham tudo tão difícil...Comece a se preocupar, afinal vivemos do passado, ou seja, o que vivemos hoje em geral é conseqüência do que fizemos anteriormente.
Você conhece alguém que conseguiu sucesso - e não estou falando necessariamente de dinheiro – reclamando, achando tudo difícil, criticando os outros?
Pois bem, ser ou levar uma vida medíocre é uma questão de opção.
No entanto, só pode se lamentar aquele que tentou de verdade, até o fim, aquele que deu o seu melhor. Não tenha a ilusão de ser perfeito, nunca atingiremos este status, no entanto, isto não deve lhe impedir de buscar ser perfeito.
Você quer o que da sua vida? Como pretende ser lembrando?
Uma coisa é certa: você pode passar a vida chorando, ou pode passar a vida vendendo lenços.
A escolha é sua e de mais ninguém!
terça-feira, 18 de agosto de 2009
Adocicado.
Então, que seja doce.
Repito todas as manhãs, ao abrir os olhos para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante... Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder.
Tudo é tão vago como se fosse nada. Qe seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. Que sejam doce os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira - quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. Que sejam doce suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. Que seja doce... Tão doce quanto sonhar com tudo isso.
E uma capacidade de desarmar com um sorriso. Ela estava recheada de flores.
É que no fundo, existem coisas que são só dela.
Repito todas as manhãs, ao abrir os olhos para deixar entrar o sol ou o cinza dos dias, bem assim, que seja doce. Quando há sol, e esse sol bate na minha cara amassada do sono ou da insônia, contemplando as partículas de poeira soltas no ar, feito um pequeno universo; Repito sete vezes para dar sorte: que seja doce que seja doce que seja doce e assim por diante... Mas, se alguém me perguntasse o que deverá ser doce, talvez não saiba responder.
Tudo é tão vago como se fosse nada. Qe seja doce o dia quando eu abrir as janelas e lembrar de você. Que sejam doce os finais de tardes, inclusive os de segunda-feira - quando começa a contagem regressiva para o final de semana chegar. Que seja doce a espera pelas mensagens, ligações e recadinhos bonitinhos. Que seja (mais do que) doce a voz ao falar no telefone. Que seja doce o seu cheiro. Que seja doce o seu jeito, seus olhares, seu receio. Que seja doce o seu modo de andar, de sentir, de demonstrar afeto. Que sejam doce suas expressões faciais, até o levantar de sobrancelha. Que seja doce a leveza que eu sentirei ao seu lado. Que seja doce a ausência do meu medo. Que seja doce o seu abraço. Que seja doce o modo como você irá segurar na minha mão. Que seja doce... Tão doce quanto sonhar com tudo isso.
E uma capacidade de desarmar com um sorriso. Ela estava recheada de flores.
É que no fundo, existem coisas que são só dela.
Esse era só o segredo, nada mais.

Foi pegando, uma a uma. Guardou dentro da cápsula.
sacudiu, sacudiu, sacudiu.
abriu e, derramou só coração.
Mas sempre gostei de colecionar segredos.
Coisas grandes, que guardava dentro de uma caixinha.
É doce, doce, extremamente doce, tão doce... E eu ficava ali, mastigando alegrias.
Acontecem coisas estranhas quando estou num espaço muito amplo. Uma vontade irrevogante de voar, parece que bastaria abrir os braços para fundir-me com o céu.
Ao mesmo tempo, dá vontade também de ficar na terra, e viver, viver muito, com todas as miudezas do cotidiano. Impressão de ser maior que tudo, sensação de força, certeza de vitória, vitória tão certa e fácil como as coisas da natureza que se mostram ali. E também uma grande humildade, consciência de ser ínfimo em relação ao azul-azul do céu, ao azul-em-cor do rio. Procuro palavra para definir o que sinto e não encontro. Talvez elas nem sequer existam, talvez seja apenas um fluxo mais forte de vida abrindo os sentidos, embrutecendo o raciocínio.
Pensando bem, era um "processo" interessante. Ao mesmo tempo pertubador.
Avançava tão rápido, que já tinha culminado no ápice. De uma maneira tão seca, que havia atingido o nível das imagens... As cores haviam se perdido. Aquele lugar era sombrio, nublado. E o que restava, aparentemente, era uma espécie de loucura.
Uma coisa qualquer que definhava.
...E que ninguém poderia jamais imaginar aonde iria terminar.
e eu que observava a tudo, através da armadura, cada vez mais assustada.
segunda-feira, 17 de agosto de 2009
O CEGO QUE NÃO QUER VER...
+056.jpg)
Boa parte das pessoas inteligentes, que marcam suas épocas de alguma forma, sempre tiveram suas mentes bastante afetadas pelos questionamentos, pela insatisfação, pela busca de respostas, pelo não contentamento com o que é pronto, puro e simples. Li um livro, em que a personagem em questão foi pra Índia, afim de curar a alma. Chegando lá, descobriu que sem sofrer, sem questionar, sem querer comprar, sem se apaixonar, sem se machucar, sem desejar.... seria realmente Feliz?
Acho que não...
Penso que amo o estado das coisas nos lugares errados. Adoro a confusão que faz com que nossa mente trabalhe vertiginosamente, nos tornando sensíveis, humanos, amáveis ou não, mocinhos e bandidos da nossa história o tempo todo.
Nunca gostei daquele que finge que não vê... muito embora não seja eu quem deva abrir os olhos das pessoas.
Se você soubesse de uma informação que acabaria com a "felicidade" de alguém, você contaria? ...Não mais!
Eu sei... É egoísmo... mas talvez algumas pessoas adorem viver no faz de conta. E mesmo sabendo, fingem que não sabem.
Por exemplo... Se seu namorado lhe trai há anos, e mesmo assim você é feliz... Você acha que quando souber do fato, aquela felicidade vivida até então terá sido pura ilusão? Ou terá sido uma felicidade real?
Até que ponto somos realmente felizes?
Até que ponto nossos castelos não são de areia?
Até que ponto fingimos suportar o que não está certo, como sendo certo?
Até que ponto nós nos enganamos e enganamos aos outros?
Quando seremos julgados por isso?
Somos culpados, ou simplesmente somos... humanos?
"Tenho pena de quem vendo, finge que não vê. Sabendo, finge que não sabe. Não estando... Finge estar tudo bem. Instaisfeito... Finge que é satisfeito. E ainda finge que é feliz... "
Cazuza.
segunda-feira, 10 de agosto de 2009
É facil ser atraente sendo a pessoa que você é! De cabelos lisos ou cacheados. Com maquiagem ou com o rosto ao natural. Vestindo roupa de grife ou com uma calça jeans e uma camiseta básica. Você se torna atraente por aquilo que seu olhar transmite, pelo que seu corpo revela, pelo que seus lábios dizem, ou seja, por sua essência.
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