sábado, 31 de dezembro de 2011

O charme, me convém.

Lindo e belo sagitariano.

Como não analisa-lo? Sendo que ao aparecer por aqui trouxe consigo todo charme conquistador, que em diversas partes do zoodiaco, ainda não encontrei... Aliás, encontrar pra que? Para que? Eu já o encontrei, e isso, já é o bastante... Ah! Tudo nele é o bastante. Ele é o bastante! E como se não bastasse ser o bastante ele ainda é, pois é, o que muitas querem. E sinceramente, tem como não querer? Talvez até tenha, mas não quero descobrir.

O orgulho é irremediável, grande amigo, fiel e infalível. Como não mencionar essas e demais qualidades ao falar sobre você? É uma forma de carícia aos seus ouvidos vaidosos, eu sei. Como não gostar? É sagitariano... E por isso, tem lá seu 'Q' de homem. É diferente, apaixonante. Como é que ele faz? De que jeito que faz? Sabe, nem eu sei... Nem você sabe, mas ele sabe. Mas não conta... Que é para estar surpreendendo assim, sempre.

Ele sempre vai estar conquistando novos e encantadores olhares, sim, vai estar conquistando. E vai mostrar que não, logo, irá te abraçar, sorrir maliciosamente... Modéstia! E sabe, do contrário do que pensam, todos o notam por ser discreto. É como se estivesse pedindo em pensamento: "Olhem pra mim, olhem pra cá... Eu estou aqui!"
Como não olhar?! Eu olho, e olho mesmo. Vai admirar, vai querer, vai esperar pelo que é conquistado com esforço. E nem vem, sem essa de querer derrubar com ventanias de aventura e solidez, o que ele passou horas construindo... Sagitariano é único, aprendam!
Ele te quer, mas primeiramente imagina o melhor para você, algo bom que te acolha, ele cuidará de você.
É esse charme que vem, Deus sabe lá de onde, que te deixa imobilizada... Inerte!

Você que já conquistou um sagitariano, pois bem, você conquistou tudo!

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Caixas e mais caixas...


Em minha dor cabe o tempo. Esquecer, tempo de levantar. Tempo de mudar a página e evoluir. De tentar sempre ser melhor... De buscar em situações, energias positivas e adquirir em minha volta pessoas do bem...Tempo de amar.

Em minha alegria cabe um sorriso. O riso das pessoas que convivem comigo. De imensos dias cheinhos de gente dentro. De conversas corriqueiras. De gente fazendo gracinhas só para me encantar...

Em minhas amizades cabe um abraço. Daqueles envolventes, que abraçam o mundo todinho com as mãos. Daqueles que aquecem e trazem paz e carinho, aconchego e vontade de ficar sempre perto.

Em minha prece cabe o outro. Aqueles que moram do outro lado do estado e que eu não fico perto sempre, mas que domina todo meu coração. Cabe e existe sempre carinho... Cabe aqueles que sonham e precisam de luz. Que existe em minha vida e precisa da paz de ficar ao meu lado. Para ele, eu mando meus pensamentos mais bonitos, para ele eu mando o pouco que me cabe, mas que é inteiro, como meu coração.

Em minha solidão cabe um singelo livro. Pode ser Caio, Sidney ou Khaled. Cabe uma lágrima rolando sozinha, mas que sempre me acrescenta algo divino e evolutivo. A lágrima que me torna humana. Faz com que eu estique minha alma em um varal de enormes delicadezas.
Em minha eternidade cabe nós. Cabe eu, minha família, nossa família, você. Cabe meus amigos. Os que estão perto e os que estão longe, os do outro lado da tela do computador. Cabe os dias lindos! Cabe os choros em seu peito, os risos compartilhados, os abraços de despedida. Cabe nossos laços, nossas luzes e pixações. Cabe nossas cores, memórias e saudades.

Dentro de minhas vontades, cabe um jardim. Uma casa toda branca com janelas de outra cor. Uma roseira no quintal e violetas na porta de entrada. Cabe um amor limpinho morando dentro dela. Cabe eu, minha história, bordada de afinidades, amor e leveza...


quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

UM POUCO MAIS DE COR, POR FAVOR.


Dê um basta nessa nuvem pesada, repleta de ressentimentos sobre vossas cabeças!
Chega dessas cores mortas, mórbidas que de nada enfeitam ou alegram... Chega de esconder seus sentimentos. Chega desse receio que paralisa, impede e aprisiona.

Todos os dias é necessário a força-nossa-de-cada-dia para espantar o que não convém, espantar o mau olhado, tirar e queimar carapuças, regular pensamentos, comandar sentimentos, enfileirar sorriso e recarregar nossos bolsos de sonhos! É preciso uma coragem absolutamente grande, imensa, gigante para enfrentar nossos inimigos diários, inimigos esses que chamamos de falta de fé e esperança nos dias.

Coragem. Minha gente, coragem... para não se deixar abalar e levar pelos outros e pelo que os outros pensam sobre nós! Coragem para chegar ao fim da etapa sem que os arranhões prejudiquem nossa alma. Coragem para arregaçar as mangas e fazer brotar e valer um sorriso bonito depois de uma nuvem de peso e de mau humor.

Que o medo não nos paralise! Que toda essa tristeza existente venha apenas de visita, com hora marcada e passagem para ir embora. Que por Deus, esses sorrisos nos edifique!

Que os amigos sempre nos ajude. Que a alegria seja o pão-nosso-de-cada-dia! Que cada um cuide do que diz e do que sente, sem importar-se demais com o que os outros pensam...

Que o sono venha cheio de consciência tranquila. Que a felicidade, nunca, jamais, em momento algum, seja vendida em forma de cápsulas em uma farmácia.

Que o amor transforme o mundo e as pessoas em nossa volta.

E por fim, que os anjos digam amém.

sábado, 12 de novembro de 2011

Não há tradução.

Irremediávelmente a saudade é um complexo sentimento. Saudade engloba todo e total sentimentalismo aflorado das pessoas. Sente-se saudade da voz, olhos, boca, cheiro, afago, entre outros "condimentos" digamos assim.

Eu, particularmente, não consigo discorrer sobre o que essa saudade faz comigo. Só sei o quanto dói, o quanto sangra meu peito e o quanto choram meus olhos. Ligações em poucos minutos fazem com que eu consiga administrar um pouco melhor isso que me machuca... Saudade que agonia meu coração de uma forma dolorosamente difícil. Saudade que não parece ter fim.
Saudades amor. Saudades do seu amor, do seu carinho. Saudade que eu sinto todos os dias, todos os minutos... Saudades de jurar meu amor diante dos teus olhos, saudade de acariciar teu resto enquanto dorme, saudade de te observar com ternura... Meu Deus, que saudade.
Saudade de observar a verdade em tua alma, queria que o tempo voltasse ou que acelerasse logo sua volta, sua volta para mim. Saudade dos meus dias de sol, da temperatura fria do tempo e quente do meu coração.
Estou em prantos pensando em você. Estou em prantos digitando essas linhas repetidas que tu já conhece. Ouvindo Driving music - noite americana, orando para Deus te trazer logo, correndo pra perto... junto, colado em mim.
Estou com saudades. Quero que saiba que eu viveria tudo de novo com você, repetiria todos os momentos e até faria melhor, até diria mais coisas. Essa saudade dói, dói te ouvir a mais de mil kilometros de mim, dói te sentir tão perto mas fisicamente tão distante. Que vontade de ouvir você falando pela manhã com uma voz tão terna, tão linda... tão doce. Minha alma se elevava e eu conseguia ver beleza até nos dias frios e chuvosos. Eu via tudo maravilhosamente sereno, pois eu estava com você. Meu coração possuía você próximo!
Hoje, meus dias são um tanto vagos, recheados de saudades. Não imagina a minha vontade de acordar e dar de cara com você, ou de andar da rua e esbarrar em ti, ou ainda mais, fechar os olhos e depois de alguns segundos te ver perfeitamente em minha frente.
Estou com saudades! Saudades do seu amor... Mesmo me sentindo tão amada como me sinto, eu sempre vou querer mais... Tu me ensinaste de que nunca é suficiente, de que devemos sempre nos conquistarmos todos os dias, para que sejamos plenamente felizes. Faço isso todos os dias, de maneiras diferentes e com o intuito maior de te ter, te ver, te ter...
Mais uma vez, estou com tantas saudades de você...

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Carta vermelha.


''Sempre soube que as palavras me movimentam muito mais que os números.
Que os fatores sociais abrem mais portas que as individuais. Eu sempre quis.
Primeiramente, quis colorir todo o planeta com as cores quefaltavam. Achar um
equilíbrio entre contrastes e luz de todos os países.Conseguir atenção de várias
pessoas para admirarem o tom negro camuflado pelotom de seda... Ou para os sutis em detrimento dos escuros. Eu sempre quis. Quis começar definitivamente a
mudança em minha casa.Escalar o máximo dos meus desejos e lá no topo cravar a
bandeira da vida.Canalizei completamente a paixão em meus dedos no teclado e
para minha sede decuriosidade sobre os "não-costumes" de alguém. Consegui
reconhecer a certeza deque a paixão não dura um mero supro.Tempos depois parei de questionar e acabei depositando todos os meusquereres em uma mala e lacrei.
E meu mundo saiu dos trilhos, sumiu do controle.Quando estava no fim, ouvi um
grito forte dizendo-me que era a última parada...Foi naquele instante que eu
perdi o brilho de minhas desejadas realizações.Esqueci-me de buscar, logo,
deixei de querer.Até que as letras olharam-me e eu sabia que elas ainda
estariamdisponíveis. Seus propósitos foram maiores que os meus. E com isso
elesinfluenciaram positivamente a vida de ambos. E claro, influenciou ainda mais
aminha... Eu quis mais e mais dessas letras no meu alfabeto.
Quis em diversosidiomas e dialetos. Quis todas as combinações possíveis e imagináveis. Quis, somente quis e sempre irei querer você.
''



Eu te amo imensamente.

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Que vontade enlouquecida de escrever, de desmembrar em palavras tudo o que está guardado em meu peito. Não consigo cessar essa vontade, confesso.

Você é aquele homem que desembrulha o meu melhor sorriso toda vez que me fala de amor. Desses que me dá uma vontade maluca e inconsequente de afundar no ninho dos teus braços e ali morar. Que assopra um punhado de pozinho vermelho nos meus olhos e me deixa cega. Cega de amor. Desses que eu gosto de me esquecer reencostada em teu peito. Você, o homem certo, que me faz esquecer de pensar. Me faz crer plenamente de que estar com você é o que basta!

És do tipo que consegue driblar as tristezas do dia, independentemente de quantas foram as rasteiras corriqueiras. Você que decifra minha voz, decifra um turbilhão de coisas confusas diariamente, você que me faz sussurrar ao telefone que vai ficar tudo bem, tudo já fica escandalosamente doce, você sabe. Você sim, é o homem singular! Cheio de pluralidades em tuas qualidades. Queria que soubesse o quanto és lindo. O quanto cada pedaço do seu corpo e alma são encantadores.

Tu não cabe em apenas um sentimento, é algo abrangente demais, você sabe, eu sei. É necessário lhe deixar vagar por todo meu pensamento e alma, para compreender o quão tu ocupa todos os espaços... Todos os cantos, escuros e silenciosos, claros e musicais. Espaços que exalam ternura, que transbordam felicidade e eternizam nossas palavras.

Você é do jeito que me faz apaixonar. Que me solta, me deixa livre e segura como ninguém nunca conseguiu. Você que me descreve em poesia, que se descreve em poesia... Que me faz amar desmedidamente. Tu que quando caminha faz evaporar paz...
Ô meu Deus, o que eu estou dizendo? Perdoe-me usar de tantos devaneios, mas é impossível lhe descrever sem utilizar minha mente sonhadora e apaixonada...
É impossível descrever essa admiração sem tais meios.

És o homem mais lindo. És aquele homem romântico, que não economiza a mente para me surpreender cada vez mais. És o meu melhor presente de aniversário, natal e outras comemorações.

Tu, homem incrível. Amor de minha vida. Te amo infinitamente...
Homem que me faz ser duplamente recíproca em tudotudotudo!
Você é o homem singular. Sou sempre tua, para sempre tua, tua!
Eu te amo absurdamente.
Esse amor é constante em meu corpo, em meu sangue, em minha mente.

Preciosidade.

Nossa chuva.
Serenos beijos em meu corpo.
Calor extremo, ausência do sol.
Aquecer pele, pêlos.
Arrepios cheios de desejos.
A natureza em nós.
Tua alma.
Meu porto.
Ancorar.
Hastear.
Aroma do mar, saliva.
Ponto do mapa, mapa da felicidade.
Rota certa, passos seguros.
Teu corpo, cheiro, gosto.
Pele, sumo, provar!
Efervescente em chamas.
Doce suco.
Seu sabor.
Minhas mãos, lábios molhados.
Lambuzar.
Gostos meus a sentir.
Sem rumo para viagem.
Inventar estrada enquanto avanço.
Pernas, estradas.
Meus lábios correndo as madrugadas.
Seus segredos.
Manhã, tarde, noite.
Juro beijar teu corpo sem descanso.
Almejo-te todos os meses do ano.
O vento sopra na janela.
A onda penetrante é constante.
Ser puro, lindo.
Ao fim...
- Tu estás comigo.

Sempre. Para sempre tua.

Momentos silenciosos, busca constante de algum sinal.
Olho fixamente em teus olhos durante vários segundos...
Segurei suas mãos como alguém que segura um sonho, suspiro e ouço:
- O céu está cinza lá fora.
Observo teus traços com ternura e desespero. Sem pensar duas ou mais vezes, respondo:
- Aqui dentro, aponto para o coração, aqui está um céu azul.
Lágrimas doces lavaram meu rosto, e nos afogamos em um abraço eternizado.



Sinto muitas saudades, saudades diárias... que são decorrentes da falta que você me faz.
Nossos elos são insubstituíveis.



quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Verde!

As consequências dos nossos passos existem para nos limitarmos, limitarmos a crer. Estranhos passos que damos em nossa vida. Uns procuram nos encaminhar à frente, outros nos fazem retroceder... E, às vezes, perdemos nossa direção. Ficamos inertes esperando o sinal mudar de cor, abrir. Mas, ainda sim mesmo quando está verde lá no alto, não conseguimos avançar.
Observamos a intensidade com que os carros tomam caminho, pedestres em seu dia turbulento, cada qual com seu compromisso, mas ainda sim, nada nos faz andar. Sinto tanta falta de tuas risadas.
Em contra partida, existe os estranhos passos que nos limitamos a dar. Em que, determinada ordem nos manda avançar e nosso cérebro não consegue administrar. É como se déssemos voltas e mais voltas dentro da cabeça e cada cansaço fosse transpassado aos músculos, no fim, nada nos faz movimentar. Passamos por diversos lugares, observamos inúmeras pessoas e não avaliamos o seu rosto, não admiramos sua expressão, e claro, não percebemos o fluxo dos nossos passos e nem percebemos o efeito catalisador.
Pessoas que acrescentam algo, modificam. Nós, mudamos o olhar, a opinião, determinado gesto, entonação da voz, cor do cabelo, mudança de roupa, damos a atenção para determinada frase. Sim, reformulamos tudo!
Quem nunca foi levado pelo movimento do mundo? Quem não segue o fluxo de: Nascer, crescer, viver, aprender, sobreviver... Cada qual com o seu, cada qual com o seu futuro desejado.
Somos levados pelo movimento inexplicável de translação e rotação de cada coisa em nosso dia a dia. E ainda sim, cremos que está tudo no mesmo lugar.
Andamos muito quando nem percebemos, seguimos os demais fatores significativos em direção aos compromissos. Deixamos de observar a intensidade dos carros e só esperamos o sinal abrir para avançarmos finalmente. Entre todo caos e desordem; O coração é o mesmo, este, que nos mantêm pulsando, gritando, amando... Mesmo que seja dentro da cabeça.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Nem contente por estar, muito menos triste por aqui escrever.
Pouco medo para viver, nenhum medo de morrer.
Nem satisfeita, nem ingrata.
Exagerada, insatisfeita e fortificada.
Eu não considero tudo certo que faço, já menti para não sentir.
Vamos enfatizar, colorir aquilo que vos faz rir.
Lançar pedrinhas n'água, fazer cócegas para aliviar.
Andar contra as correntes dessas agonias e saudades.
Esconde-se atrás de panos, flores, batom e cheiro.
(Re)Descubra que você não nasceu para ser.
Eu sou para nascer. Nascer este que digo ser sagrado.
Em um instante de pausa, apenas sairá sussurros, gritinhos estridentes.
Admiro todo esse efeito...
Confesso, até fica um tanto mau-feito.

Mas, chame. Porque eu sempre vou.
Chame, apenas chame!

sábado, 4 de junho de 2011

Vai com Deus Vovô.


O céu se lavou e consigo levou uma parte de mim. Acontece que nós seres humanos somos compostos por pedaços alheios que nos constroem em pequenas parcelas.
E hoje você não estará mais aqui para que eu possa abraça-lo, não estará aqui para ouvir eu dizer que apesar de tudo que passamos eu lhe amo muito, e claro amaria dizer isso olhando em teus olhos. Hoje eu não vou lhe pedir a benção como fazia em todas as vezes que lhe encontrava. Amanhã você não estará mais aqui para me ver crescer, ser alguém na vida, criar laços familiares ou qualquer dessas coisas que lhe dariam orgulho. Amanhã não estará aqui para eu lhe contar meus segredos ou para aprender alguma coisa nova contigo.
Vai ficar uma bagunça sem você por aqui, e o pior de tudo é não acreditar que não estará aqui mais. Eu só queria que soubesse que não tem sido fácil essas primeiras horas, que não será fácil esses primeiros dias e que não será fácil saber que não está mais entre nós.
Mas fique sabendo que eu estou sendo forte, sempre pensado em você e sempre me lembrando de você da forma mais bonita...

Eu te amo Vô.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Estou longe de ser assim como vocês.

E há quem diga que dinheiro não muda as pessoas. Já repararam o quanto o ser humano vive em torno de conforto, bem estar e claro o aproveitamento do próximo. E ainda há pessoas que orgulham-se disso! Há pessoas que gritam aos quatro ventos a sua exigência deste "bem". Não há nada de errado em querer subir na vida e claro fazer com que seus méritos sejam a razão disso, mas existem pessoas não se contentam com pouco não, quanto mais melhor, e quando elas conseguem alcançar alguma vitória, isso dá mais força de vontade e ainda mas capacidade para conseguir conquistar os outros objetivos (dá maneira que não vá orgulhar-se no futuro). Não consigo entender como conseguem descansar em seu travesseiro de pena de ganso e dormir em paz. Não sei como conseguem viver nessa impureza do passar dos dias e acima de tudo, como conseguem achar que é digna! Estou muito longe de estar neste mesmo barco, estou muito longe de pensar como vocês meros aproveitadores sem escrúpulos. Estou longe de ser uma de vocês!

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

À você.

Hoje mais do que nunca queria saber o que dizer ou pelo menos o que escrever. Gostaria de agora, neste exato momento lhe mandar uma carta e te dizer as palavras certas que fizessem seu coração voltar a sorrir. Desejo tanto encontrar a solução pra toda essa tua angústia que hoje dançou no teu peito e escondeu o sorriso que eu tanto amo. Queria te abraçar e o mesmo tivesse a cura, e que minha presença confortasse, e até que meu silêncio fosse um afago em sua alma.
Mas infelizmente não existe receita pra isso, não existe formula certa, muito menos palavras corretas à dizer. Tudo que mais quero é ser o seu refúgio, ser o ponto onde você corra para 'recarregar' as baterias, livrar-se de tudo que te faz mal e incomoda. Mais do que minhas dores eu descobri que a sua dor me dói mais... Porque essa dor faz com que manche a figura que é apreciada por mim. Se diminuir ainda mais o teu sorriso, isso irá tornar-se um disfarce de tudo que esconde por dentro, tirará o brilho, o dom de me fazer sorrir, irá tirar a vontade de lutar...
Tua dor, será a minha também. Porque não suporto presenciar sua tristeza não suporto te ver murchar e não ser capaz de te regar e fazer você crescer novamente. Não consigo, não suporto te ver assim e ter que agir normalmente, como se o sol ainda brilhasse totalmente e o meu sorriso ainda pudesse ser inteiro.
Tudo o que eu queria era entrar no teu peito e tirar essa dor daí. Queria perfumar teu mundo com o aroma das violetas que hoje se encontram lindas no jardim. Queria limpar teu coração até que só sobrasse a lembrança de todos esses sentimentos que hoje marcaram presença. Esse é só um texto pra esvaziar meu coração que chora por não poder ajudar o teu.
É só pra te lembrar que você tem um bloco de notas, uma caixa linda com recordações tuas, e um coração que sempre será seu.
Discretamente te digo que podes escrever em mim o que você sente, ainda que seja escura como a noite. Deposita em mim teus segredos e tuas dores, que eu arrumo um jeito de limpá-las.
Estou aqui para qualquer hora, qualquer minuto, estou aqui pra te dar um pedaço de mundo quando o seu mundo desaba. Divide todos os seus medos, todas as suas dores, todos os vocês escondidos aí.

Tem um abraço do lado de cá, tem um colo do tamanho do mundo, tem voz pra te lembrar que essa dor vai passar. Pode vir. Tua dor é minha dor. Estou contigo em qualquer das estações.


quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Nada de exagero!

Deixe que o encanto se encarregue de amarrar, com fortes laços, este abismo que nos separa.
Não a insistência, nem a revolta, não o pedido e a saudade e as perguntas e os porquês, mas o acaso. Como se deve ser.
Deixe que o tempo nos revele quem e como somos, onde paramos de nutrir o jardim que floria nossos sonhos. E que, agora fazem no mesmo, de galhos secos e ervas-daninhas, à espera de milagre ou retrocesso.
Façamos valer nossas promessas, mantendo a postura, o sorriso e a a tal leveza.
Nada mais nos reinventa, cansamos, mas cansamos mesmo de insistir em coisas vagas.
E agora está a mercê do acaso e do mérito. O vento que soprou nosso afago, pode também trazer de volta pedaços dele, pedaços ao menos. Mas não importa. Ainda há uma trajetória pela frente e o que fica no caminho, simplesmente pertence ao passado. O que vem, arrastado ou pregado, está ainda aqui, ao nosso lado.
Talvez os abismos existam para nos desvincular do passado, talvez existam porque nós os criamos de propósito.

Ao menos, espero que enxerguemos.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Corra.

Ultimamente, minhas dores viraram a transformação isobárica dos signos linguísticos à energia existencialista. Não grito mais aqui, não tenho mais o grito quando venho aqui escrever...
Ele se dissipa, se auto-dissipa em todas as energias e transformações necessárias para me sustentar a essa jornada, que luto com a maior vontade do mundo. Isso, não sei, se é bom ou ruim, mas é o fato que procede o estouro, o meu gritinho de agora.
Não sei o que aconteceu exatamente. Eu nasci de novo, depois que me auto-destrui. Eu me auto-prometi que a vida será vivida, será frutífera... Não serei igual a ninguém, nem muito menos, irei me espelhar nos fracassados. Criarei uma força, inexorável.
Eu só penso no meu sonho, na minha vida que um dia há de viver, nas coisas loucas que tenho certeza, que serão reais, que serão minhas conquistas, que eu terei. Eu quero compensar meu erro, ou melhor, todos os meus erros. Difundidos em um único ato terrorista e inumano, uma idéia rabugenta e tosca, medíocre, podre! Idiota! Eu cresci com tudo que fiz, com toda a podridão que fiz feder. Eu cresci, mudei. Agora estou numa escada maior, num degrau maior. Numa vida maior. Em expansão, volume e área por vida ao quadrado.
Eu vou ter, porque eu tenho desde já. Se penso, logo será meu.
Penso, logo tenho. Não falo como uma mimada que bate o pé para ter o que quer. Posso até infringir minha negação e dizer que é mais ou menos assim, com uma notória diferença: não bato o pé, mas tudo. Tudo e qualquer milímetro sacrificado do meu corpo. Meu sangue que nem corre nas veias, flutua e faz meu oxigênio ser o reagente em excesso e bom suficiente para ainda está de pé.
Não vou parar. Não vou morrer. Se paro, morro. Se paro meu sonho morre. Se meu sonho morrer, eu não terei vida por dentro e sim uma casca grossa de fingimento e existencialismo
Só paro se eu morrer. Quando morrer, descanso. Não paro. Não paro e não paro!
Esse sonho já é meu, custe o que custar. Doa, o que já está doendo.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Parágrafos Lúdicos.

Em vão, fiz os maiores espetáculos. Você não olhou direito para mim e eu cansei de atuar. Agora provoco-lhe perguntas que não, eu não vou mais conseguir responder.
Quase um quilo de papelada, joguei fora. Mudei minha cama de posição e estou esperando uma nova mobília. Mais uma vez prometo mudança, honrando o orgulho que defendo por nós.
Quero um novo cabelo e planejo mudar de número, quero fugir. Mereço um cativo mais monstruoso, que me faça arder e não ter tempo de sentir, estudando e comendo os nossos santos livros de cada dia. Sem desistir, persisto em um, talvez, grande erro. Tudo bem, sempre desprezei o dom da vida, embora viva intensamente, há armagura por demais nesse mundo e eu não exagero, nem dramatizo, simplesmente a sinto. Como quem sente a brisa, eu sinto o gélido vento dos horrores humanos. Viver para mim jamais será um desperdício e morrer também não, e um pouco de medo para mim.
Mas eu estou aqui, movendo minha vida para algum lugar. Em qualquer lugar haverá isso, eu. Lá. Com todo prazer e lágrima que posso suplantar, deliciando com a dor que causei.
Já prometi tantas vezes mudar e de todas essas vezes eu sempre mudei! Aos poucos, virei o meu jogo. E finjo que ganho alguma coisa, porque permanece a sensação corrosiva de ser tão frágil, tão frágil.
Brinco de ficar com raiva, implanto inimigos imaginários no meu cérebro dos quais jogo toda a culpa de estar atingida. Mas cabe a mim toda a culpa de ser tão luna. De ser tão explosiva, intensa, tão viva e sempre morrendo demais. Cabe em mim toda a sorte de bênção e maldição, vinda do mérito ou da vontade divina, por usufruto de alguma vontade que não é páreo para meu entendimento. Sim, eu falo de Deus.
Com Deus, tenho sussurros da minha boca e é quase sempre clamando por socorro. A voz aos poucos vai sendo calada e destruída, à medida que nos entregamos ao que resta das decepções e a própria imaturidade de não suportar o conhecimento -a ciência. Mas Deus ainda existe em mim, a cada queda. E cada subida.
Eu só quero lhe dizer que não vou mais ser a mesma. E só para não esquecer, vou mudar fora, vou mudar dentro. Vou apagar muita coisa por aí, vou começar ou recomeçar, seja lá o que for. Vou até mudar o tom de voz. Qualquer coisa. Só pra sentir a sensação de mudança.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Corte.

Insisto em seguir essas linhas traçadas, opacas e tortas
Insisto em pensar que usar uma dose de destino mais um quê do acaso, irá trazer você de novo.
Insisto em lembrar do meu erro, que já é tarde
Insisto em acreditar no porquê de brindar e ter um orgulho maior de mim
e o orgulho despreza o arrependimento.
Porque, no fundo, gosto e me simpatizo com o meu silêncio, que hoje grita por socorro.
E eu sei que errante já me guio por essa estrada...
Porque eu confesso minhas lágrimas e tenho olhar cabisbaixo de uma humildade enfiada guela a baixo!
Porque o que prevalece ainda em mim é o orgulho, e agora, me diga, desistir?!
me restam décimos, um, dois pontos.

Quando era mais cedo, eu deveria ter desistido.
Mas há excesso de fé, força e juventude dentro do meu pobre coração.
Agora, tão fria, tão machucada, tão impotente
Não desisto pela lógica, falta tão pouco...
E eu não sou de esperar as coisas mudarem, não por vontade própria.