quer escrever.
Hoje pareço ter acordado com uma vontade incontornável de traduzir em palavras os sentimentos que me assombram.
quero escrever. Escrever sobre o céu, sobre a relva, sobre a música, sobre as abelhas, sobre os sapatos, sobre...sei lá! só quero escrever e pronto! Sobre o mundo e sobre as pessoas. Sobre ti. Céus, como me faz bem escrever sobre ti!
Como se precisasse de anunciar ao mundo a maneira como os teus olhos brilham, ou o som da tua respiração pousada na minha cabeça. Sobre as carícias discretas e sobre os beijos soprados.
qe tal escrever uma história. Uma história de amor. A "nossa" história de amor. queria que tivesse um final feliz, uma casa, um cão, um sofá em frente a uma lareira e dois amantes abraçados debaixo de um cobertor.
Hoje quero a estabilidade de uma lagoa. Hoje quero paz, e chá, e um livro. És como uma necessidade inadiável que repudio para não correr o risco de ficar vazia novamente. És como uma chama que me queima aos poucos, mas cuja sensação se assemelha a um quentinho confortável, e eu vou-me deixando levar... Apesar de saber o que está em jogo.
Mas hoje quero queimar-me. quero ficar a escaldar só com um simples toque, quero derreter-me com cada olhar.
Estou farta de ter as mãos geladas.
sinto-me: estranha
terça-feira, 7 de abril de 2009
Não sei, apenas. Mas queria muito saber. Até onde vão levar essa história do certo e do errado? Do que é melhor, e do que é ruim? Como podem tanto julgar, ironizar, fofocar sobre a vida alheia, sobre as escolhas alheia. Tenho a resposta, única, para diversas perguntas :“O pop não poupa ninguém” o trecho da música do Engenheiros do Hawaii é a prova viva de que o pop é conseqüência (positiva e negativa) de quem quer que seja!
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