quarta-feira, 22 de julho de 2009

Aprendi muito bem

Certos males vem para o bem! Lembra que me ensinaste isto?
Quando nós menos esperamos, algo acontece. Algo que pode mudar sua vida de tal maneira, que a tornará mais feliz, mais valida...
Tudo que passamos, tem um motivo, um porquê. Tristes episódios, nos deixam cabisbaixos e sem ânimo, incapazes de enxergarmos o que está diante de nossos olhos... Porém, "tem certos males, que vem para o bem", coisas que acontecem, que na hora pensamos, Por quê?, por quê está acontecendo comigo? Mas que logo somos recompensados com algo melhor... Eu perdi, e tu perdeste, mas ganhei muito mais que perdi! Ganhei uma oportunidade, de mostrar o quanto posso fazer a diferença. E tu perdeu? sim! Perdi tempo demais...

Me perguntaste, qual a diferença de antes e de agora e me faltam palavras para descrever, é tudo mais completo contigo, mais natural.. Apesar de ser cedo, de fazer poucos dias sem sua ilustre presença diante de mim, apesar de ser apenas o inicio da minha saudade, tenho plena certeza do que escrevo, e do que te falo e que fique claro, não estou sendo apressada, e sim sincera.
Como é possível, uma pessoa passar tanta tranquilidade e segurança?
É assim que me sinto ao teu lado, segura e tranquila! Risos, conversas bobas, conversas serias... Tudo é possível com você.

Impressionante é a saudade que sinto quando longe de ti estou..
Parece que de mim foi tirado, aquele chão me mantêm, mas quando estamos juntos o vazio que habita em mim, se preenche. Meus olhos brilham, meu coração palpita...
Mas enquanto isso não acontece, a angustia vive aqui de saudades tuas.
Primeiro olhar, primeiro sinal. Chegavam um contra o outro, num balanço de olhares que pareciam não se conter. Começavam a cochichar entre os lados somente para sentir a reação oposta e riam. Continuavam entre os laços de amigos a fatalizar o momento de um modo romântico e perspicaz. Até que ele toma a iniciativa e vai de encontro a mercadoria, mas é tarde demais.
Assim, conseguiram tornar a noite uma vergonha amorosa. Fizeram da água, o vinho, e da conquista, o troféu. Mas não transformaram o acaso em coincidência, nem o desconhecido em amado. Era apenas um jogo de sedução. O problema é os dois eram as vítimas.
A amada sabia do desejo carnal e fez do mesmo, o desejado. Tornou a pedra preciosa e se envaideceu pelo "produto". O galanteador almejava a mercadoria mas facilitou para o tempo passar...e ela também passou.
Acontece que eram os resultados das equações e a finalização do mercado e esqueceram de que o amor não pede complicações, não pede definições tampouco racionalidade.
Só não compreendemos o que ele realmente quer, a essência de nós mesmos.