Quando se perde um homem, há outro igual ao virar da esquina. Quando se perde uma mulher, é uma vida”.
Demorei para perceber!
quarta-feira, 1 de abril de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Um beijo roubado
"..Mesmo que a porta esteja aberta, a pessoa que você procura pode não estar mais lá.
Há alguns anos eu tive um sonho. Começou no verão e terminou na primavera seguinte. No meio disso tudo houve muitos noites tristes, como também houve muitos dias felizes.
Tentei aprender a não confiar nas pessoas, mas estou feliz por ter fracassado. Ás vezes dependemos das pessoas como se fossem espelhos para nos definirmos e dizer como somos. E cada reflexo me faz gostar um pouco mais de mim.
Eu demorei quase um ano para voltar aqui. Afinal, não foi tão difícil. Tudo depende de quem está te esperando do outro lado."
Há alguns anos eu tive um sonho. Começou no verão e terminou na primavera seguinte. No meio disso tudo houve muitos noites tristes, como também houve muitos dias felizes.
Tentei aprender a não confiar nas pessoas, mas estou feliz por ter fracassado. Ás vezes dependemos das pessoas como se fossem espelhos para nos definirmos e dizer como somos. E cada reflexo me faz gostar um pouco mais de mim.
Eu demorei quase um ano para voltar aqui. Afinal, não foi tão difícil. Tudo depende de quem está te esperando do outro lado."
domingo, 22 de março de 2009
"...você sorriu e disse: - Eu gosto de você também."
Uma noite longa, de tantos fatos acontecidos, um me chamou atenção... minha sensibilidade no auge de tudo. Pois é, disfarçando as evidencias mais uma vez, me vem você no pensamento, e vivo buscando algo em meu dia, algo que me faça não lhe esquecer, pois, se esquecer de ti, logo esqueço de mim! Essa loucura me invade ainda mais e está ficando frequente eu esquecer de respirar, me falta algo, me falta você... me falta ar.
Querer buscar algo em outra pessoa, que só existe em você, é inútil! E eu não quero, eu gosto do que eu sinto.
E eu te chamo, e eu berro:
- VEM!
Meus olhos brilham ao te ver, são dois fãs, um par.
Let me sing - Robert Pattinson.
Querer buscar algo em outra pessoa, que só existe em você, é inútil! E eu não quero, eu gosto do que eu sinto.
E eu te chamo, e eu berro:
- VEM!
Meus olhos brilham ao te ver, são dois fãs, um par.
Let me sing - Robert Pattinson.
sexta-feira, 20 de março de 2009
E o quente [dela], queima à flor da pele.
Ela nem percebeu direito quando ele chegou. Quando tudo aconteceu, de súbito. Ela foi se descobrindo gradativamente:
Primeiro, a confusão.
Segundo, a doença.
Terceiro, a aceitação.
E o quarto ponto ainda está a se desenrolar. Está, ainda, caminhando sobre linha tênue que separa o mergulho de ponta, a imersão de todo o corpo – e alma – ou cair do outro lado, afastado, em um horizonte iludido, distante de tudo isso.
Contudo, ela sabe. Ela sabe com todas as L-E-T-R-A-S que não se pode fugir disso, seja lá o que isso for. Seja lá o que signifique.
Uma vez, tudo bem, há o perdão.
Duas vezes, não está tudo bem, tem algo dissemelhante.
Há o perdão, ainda! Mas não se pode correr.
E é um deus-nos-acuda. Uma lambada de pensamentos. Um punhado de notas musicais. E ¼ de lágrimas não caídas. Além das gargalhadas, claro. Além do tudo pode acontecer, inclusive o nada.
Ele ainda está lá. Está sorrindo para ela, criando ciúmes nela. Prendendo-a sem nem saber. Dizendo palavras que eleva o [des]conhecido dela, tomando atitudes que germina a dúvida dentro dela. E, por enquanto, ela é só isso: morna. Tudo o que ela não queria ser. Tudo que ela é por tempo indeterminado.
Primeiro, a confusão.
Segundo, a doença.
Terceiro, a aceitação.
E o quarto ponto ainda está a se desenrolar. Está, ainda, caminhando sobre linha tênue que separa o mergulho de ponta, a imersão de todo o corpo – e alma – ou cair do outro lado, afastado, em um horizonte iludido, distante de tudo isso.
Contudo, ela sabe. Ela sabe com todas as L-E-T-R-A-S que não se pode fugir disso, seja lá o que isso for. Seja lá o que signifique.
Uma vez, tudo bem, há o perdão.
Duas vezes, não está tudo bem, tem algo dissemelhante.
Há o perdão, ainda! Mas não se pode correr.
E é um deus-nos-acuda. Uma lambada de pensamentos. Um punhado de notas musicais. E ¼ de lágrimas não caídas. Além das gargalhadas, claro. Além do tudo pode acontecer, inclusive o nada.
Ele ainda está lá. Está sorrindo para ela, criando ciúmes nela. Prendendo-a sem nem saber. Dizendo palavras que eleva o [des]conhecido dela, tomando atitudes que germina a dúvida dentro dela. E, por enquanto, ela é só isso: morna. Tudo o que ela não queria ser. Tudo que ela é por tempo indeterminado.
Corda Bamba...
Não quero que me doa nada hoje. Nem amanhã. Nem depois. Quero ponto final em tudo, quero que tudo chegue logo no final, que se acabe. Mas não quero isso de um todo querer. Quero de querer um pouco, a outra parte do querer fica na surpresa do mistério. Por isso meus quereres se dão tão bem. Pólos energicamente contrários. Falta, apenas, um pouco mais de emoção, de circo: malabares, cores, mágicas, brincadeira, risadas e piruetas. Só não falta a platéia. É um espetáculo para poucos, ou ninguém - além de mim - ou apenas um par, quem sabe. Talvez, no final, eu descubra o ímpar: só o eu.
Por enquanto, sou equilibrista e nada mais.
Por enquanto, sou equilibrista e nada mais.
quinta-feira, 19 de março de 2009
Alguém podia me ensinar um truque, por favor?
Primeiro paro diante do espelho e me observo: falta água.
Estou murcha, perdi algumas pétalas e os espinhos não me protegem como antes, pelo contrário. Estou seca, sem adubo, perdendo a vida e o verde já não me veste mais. O marrom anda combinando mais com meus olhos, que estão tristes, mas ainda lutam por um pouco de amor. Vou me desfolhar, me despetalar e isso vai doer – embora já esteja doendo ainda que não assuma – até que, finalmente, eu veja um pequeno botão cor vermelho-sangue, esse vermelho que sempre me vestiu bem, que mostra o ápice da existência na minha íris, que me faz inspirar – e encontrar - o cheiro de vida no meio da decomposição de uma era que foi difícil dizer adeus. Então eu vou escutar todas as músicas, rever todas as lembranças, apoiar minha mão sobre meu coração e deitar encolhida abafando meu choro, porque é uma dor só minha, uma dor que preciso vivê-la sozinha, uma dor que precisa consumir meu corpo e minha alma para, enfim, eu me libertar. Uma dor que ninguém tem que perguntar o porquê, que ninguém precisa me acalentar, porque é minha, só minha e só eu sei. Só eu sei a mistura de todas as angústias, de todas as pontadas. Só eu sei a sensação do passado pontiagudo enfiar-se dilacerante sobre meu peito e ficar remoendo na ferida aberta, lembrando-me que eu ainda não me desapeguei e que me finquei mais fundo do que eu podia.
E apesar de todo esse egoísmo, tem gente que eu sei que não vai embora, tem gente que consegue formar um sorriso no meu rosto e fazer derramar algumas lágrimas de felicidade, porque nem tudo é fim de festa, fim de noite e fim do pouco de nós. E eu sei que posso seguir em frente, que eu tenho força pra isso, que eu tenho astúcia para o novo, que eu tenho idéias para o meu progresso, que eu tenho amor dentro de mim.
E acaba que alguém vem, pega um pouco da minha dor, limpa minhas lágrimas e aponta para o futuro, então eu rio e percebo que não estou só.
E que nunca estarei, apesar dos invernos cortantes da vida.
Estou murcha, perdi algumas pétalas e os espinhos não me protegem como antes, pelo contrário. Estou seca, sem adubo, perdendo a vida e o verde já não me veste mais. O marrom anda combinando mais com meus olhos, que estão tristes, mas ainda lutam por um pouco de amor. Vou me desfolhar, me despetalar e isso vai doer – embora já esteja doendo ainda que não assuma – até que, finalmente, eu veja um pequeno botão cor vermelho-sangue, esse vermelho que sempre me vestiu bem, que mostra o ápice da existência na minha íris, que me faz inspirar – e encontrar - o cheiro de vida no meio da decomposição de uma era que foi difícil dizer adeus. Então eu vou escutar todas as músicas, rever todas as lembranças, apoiar minha mão sobre meu coração e deitar encolhida abafando meu choro, porque é uma dor só minha, uma dor que preciso vivê-la sozinha, uma dor que precisa consumir meu corpo e minha alma para, enfim, eu me libertar. Uma dor que ninguém tem que perguntar o porquê, que ninguém precisa me acalentar, porque é minha, só minha e só eu sei. Só eu sei a mistura de todas as angústias, de todas as pontadas. Só eu sei a sensação do passado pontiagudo enfiar-se dilacerante sobre meu peito e ficar remoendo na ferida aberta, lembrando-me que eu ainda não me desapeguei e que me finquei mais fundo do que eu podia.
E apesar de todo esse egoísmo, tem gente que eu sei que não vai embora, tem gente que consegue formar um sorriso no meu rosto e fazer derramar algumas lágrimas de felicidade, porque nem tudo é fim de festa, fim de noite e fim do pouco de nós. E eu sei que posso seguir em frente, que eu tenho força pra isso, que eu tenho astúcia para o novo, que eu tenho idéias para o meu progresso, que eu tenho amor dentro de mim.
E acaba que alguém vem, pega um pouco da minha dor, limpa minhas lágrimas e aponta para o futuro, então eu rio e percebo que não estou só.
E que nunca estarei, apesar dos invernos cortantes da vida.
segunda-feira, 16 de março de 2009
me gusta soñar me gustas tu

São 6:30 am e eu ainda não dormi. Não por falta de sono, mas sim por não querer dormir! Estou começando a ficar craque nisso, é pois é, adoro ficar lendo pelas madrugadas a fora, me faz bem.. Quer dizer, não há nada mais gostoso do que ir para a cama de pijamão e enfileirar de 6 a 8 horas de sono, dependendo do metabolismo do boneco em questão.AHAHA mas tá. Era essa hora que deveria acordar, pra ir estudar. Deixe-me indo, pois hoje o dia é longo.
Assinar:
Postagens (Atom)