É, eu saí, vi gente, estive com as pessoas que eu amo, minhas amigas queridas... Eu bebi tentando afogar no copo de vodka as coisas que eu quero tirar de mim, apagar, matar, esquecer. Infelizmente tudo o que consegui foi ficar alegre, depois triste e provavelmente devo ter ficado com uma ressaca daquelas, não me recordo bem. O que me lembra que beber não resolve nada, que me lembra que do cérebro não se apaga nada, que me lembra que amanhã não muda nada do que já está, do que é, do que sempre será... que me dá aquela baita sensação de impotência, de ser só uma formiguinha lutando em universo de possibilidades e IMpossibilidades. Isso me lembra que eu não devia escrever agora, não consigo pensar direito e provavelmente não dê pra salvar uma linha...
Quem sabe na semana seguinte eu beba mais, quem sabe o que faltou foi a quantidade de vodka necessária para afogar aquilo que eu faço questão de anestesiar, no mínimo...
É, mas agora eu vou ali, procurar a cama, pra tentar esquecer e dormir.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Benefícios...

Gosto do som que faz seu dedilhar nas cordas do violão.
Gosto de ver as ondas do mar, da junção da maré.
Gosto de me ver refletida nos teus olhos.
Gosto de ler sorrisos. Gosto de sorrir e de desviar lágrimas...
Gosto do sol. Gosto dos pingos que surgem para refrescar.
Gosto da lua. Gosto da lua de prata que faz refletir as estrelas no chão.
Gosto de procurar a minha estrela, escolhida a dedo.
Gosto do carinho do vento, das cócegas na alma.
E das borboletas no estômago.
E das borboletas no estômago.
Gosto do que ficou, do que é, do que virá.
Gosto do que começa com fé, das pequenas coragens, do verbo seguir.
Gosto da história da minha alma, do ritmo do meu coração, do gingado do tempo.
Gosto do cheiro da lembrança, do gosto do agora, do som de amanhã.
Gosto de recuperar sorrisos e descobrir novos angulos.
Gosto do passar dos cabelos, do silêncio, da demora.
Gosto do jeito, gesto, do contexto inteiro.
Gosto do que mora nas pequenas coisas, gosto do que és... cheio de sentidos!
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Do hoje... é só.
Quando parece que o sol não vem mais, a luz emana tudo onde menos se espera. Além do que tem sendido, faz bem ver além das máscaras. Já reparaste que a lágrima seca com um abraço? O coração deixa de apanhar e começa a bater mais forte...
Quem não sabe finge saber.
Amanhã quem sabe, esse vendaval faça algum sentido...
sábado, 23 de janeiro de 2010
Obrigada.
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
Centésima.
Será que o amor está apenas em minha mente? Será que é tudo tão relativo como uma gota d'agua, um suspiro? Ou é porque o sol ensina um único caminho? Ou é quando a voz que não quer ouvir fica lhe alertando tudo que será errado fazer, mas você faz apenas pra ouvir essa voz? Será que nosso corpo é tão delicado quanto uma pétala? Ou os poços são fundos demais para os sonhos de uma criança? Ou é por causa da ausência de certos rostos? E hoje eu tenho medo de todas as perguntas... Pois tenho medo das respostas que vou conseguir, tenho medo do tamanho do fragmento que essas respostas vão trazer à mim!
Inútil....
Me sinto uma completa inútil com diploma e tudo. Dançando em corda bamba pronta pra cair, mas será que vou ser aplaudida na volta? mas caramba, a esperança e o desespero são meus alimentos... Já estou farta desta razão de tormento! Quero ter o controle de tudo, mas não tenho o controle de mim.
Meus amores platônicos estão voltando, minha insegurança também! Essas palavras não pertenciam a mim, mas agora são as únicas que saem com sentido... E frequentemente estou com medo de onde isso vai dar...
Meus olhos castanhos mel já não agrupam mais por acaso, e só agora que reparei. Mas cuide de mim, não me deixe apodrecer...
Inútil....
Me sinto uma completa inútil com diploma e tudo. Dançando em corda bamba pronta pra cair, mas será que vou ser aplaudida na volta? mas caramba, a esperança e o desespero são meus alimentos... Já estou farta desta razão de tormento! Quero ter o controle de tudo, mas não tenho o controle de mim.
Meus amores platônicos estão voltando, minha insegurança também! Essas palavras não pertenciam a mim, mas agora são as únicas que saem com sentido... E frequentemente estou com medo de onde isso vai dar...
Meus olhos castanhos mel já não agrupam mais por acaso, e só agora que reparei. Mas cuide de mim, não me deixe apodrecer...
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Silêncio.
O que são segredos guardados? O que são amigos? O que são os seus jardins secretos?
Talvez a gente só flutue por mesmas plataformas, ou por diferentes... Sua plataforma se transforma em um paraíso cheio de anjos à rodear, brincando de ser criança para ser mais ingênua; brincando de amar amantes impossíveis para passar o tempo; brincando de brincar com a sorte às vezes para não cair na rotina.
Sorte para ti é bom com gente em forma de anjo em volta ou com pessoas que canoniza por vontade; que não oferece perdão porque para ti, anjos não fazem mal.
O seu sorriso assim como o da monalisa esconde de todos alguma coisa, mas a única coisa que você me enxerga em meus olhos são eles dizendo: "Eu sei"... Queria que eles dissessem que eu sei que eu sei guardar segredos assim como o significado de seus sorrisos... Eu percebo que você quer que descubram mas não sabe como, porque a única coisa que tens certeza é que ninguém adivinha sem pistas, pistas essas que dá e tira a qualquer momento. Mas, o que tudo isso importa?
Talvez você como eu, observe os sinais do Apocalipse; ou a pimenta que nos olhos alheios ardem por mim ou por você... O nosso erro é pensar em demasia e querer o "igual" diferentes.
Somos diferentes, porque eu só sou incapaz de amar, mas descrevo o amor dos outros. Somos diferentes pois distingo os sorrisos que para você são endereçados.
Um morro que desaba em pó, um mar que mata a esperança e a vista bela... Para alguns pode ser o fim do mundo, mas eu sei que agora você vê a beleza.
Vamos fazer um pacto, com o sangue que minhas palavras extraíram. Não vamos contar, nem achar alto nada... Porque o céu não é só bonito azul e nem tudo o que falamos é verdade.
Minhas metáforas assim como as tuas, não foram feitas para ser entendidas, porque enquanto você está aí... O sol brilha e chove em raios e a água cai do céu em glória.
O silêncio esconde a interpretação mais rica.
Talvez a gente só flutue por mesmas plataformas, ou por diferentes... Sua plataforma se transforma em um paraíso cheio de anjos à rodear, brincando de ser criança para ser mais ingênua; brincando de amar amantes impossíveis para passar o tempo; brincando de brincar com a sorte às vezes para não cair na rotina.
Sorte para ti é bom com gente em forma de anjo em volta ou com pessoas que canoniza por vontade; que não oferece perdão porque para ti, anjos não fazem mal.
O seu sorriso assim como o da monalisa esconde de todos alguma coisa, mas a única coisa que você me enxerga em meus olhos são eles dizendo: "Eu sei"... Queria que eles dissessem que eu sei que eu sei guardar segredos assim como o significado de seus sorrisos... Eu percebo que você quer que descubram mas não sabe como, porque a única coisa que tens certeza é que ninguém adivinha sem pistas, pistas essas que dá e tira a qualquer momento. Mas, o que tudo isso importa?
Talvez você como eu, observe os sinais do Apocalipse; ou a pimenta que nos olhos alheios ardem por mim ou por você... O nosso erro é pensar em demasia e querer o "igual" diferentes.
Somos diferentes, porque eu só sou incapaz de amar, mas descrevo o amor dos outros. Somos diferentes pois distingo os sorrisos que para você são endereçados.
Um morro que desaba em pó, um mar que mata a esperança e a vista bela... Para alguns pode ser o fim do mundo, mas eu sei que agora você vê a beleza.
Vamos fazer um pacto, com o sangue que minhas palavras extraíram. Não vamos contar, nem achar alto nada... Porque o céu não é só bonito azul e nem tudo o que falamos é verdade.
Minhas metáforas assim como as tuas, não foram feitas para ser entendidas, porque enquanto você está aí... O sol brilha e chove em raios e a água cai do céu em glória.
O silêncio esconde a interpretação mais rica.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
[de]novo...
O seu cheiro ainda persiste em minha pele, e você provavelmente apreciando novos cheiros. Eu preciso de um abrigo pra minha própria proteção, preciso me reencontrar preciso de paz e um pouco de serenidade.
Quero que compreenda que nada disso, que nenhuma dessas mudanças tem a ver com você... É algo muito pessoal. Algo que só diz respeito à mim! Nós ainda tínhamos, temos, teremos que ajeitar, encaixar, colocar nos eixos denovo... Nem que seja por você, por mim, por nós. Chega a ser estranho pois sinto tanto sua falta como uma criança sente falta do seu cobertor acho isso cómico demais para ser verdade, mas é assim que vai prosseguir, devo crescer com toda essa história.
E fica aqui uma pergunta que todas nós meninas um dia já nos fizemos: Contos de fada nem sempre têm finais felizes, têm?
Cafona e escuro. Agora é tudo isso que eu vejo quando essa frase entra em minha mente... Pois já não há dor suficientemente suportável quando este sonho cai na realidade.
Quero que compreenda que nada disso, que nenhuma dessas mudanças tem a ver com você... É algo muito pessoal. Algo que só diz respeito à mim! Nós ainda tínhamos, temos, teremos que ajeitar, encaixar, colocar nos eixos denovo... Nem que seja por você, por mim, por nós. Chega a ser estranho pois sinto tanto sua falta como uma criança sente falta do seu cobertor acho isso cómico demais para ser verdade, mas é assim que vai prosseguir, devo crescer com toda essa história.
E fica aqui uma pergunta que todas nós meninas um dia já nos fizemos: Contos de fada nem sempre têm finais felizes, têm?
Cafona e escuro. Agora é tudo isso que eu vejo quando essa frase entra em minha mente... Pois já não há dor suficientemente suportável quando este sonho cai na realidade.
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