''Sempre soube que as palavras me movimentam muito mais que os números.
Que os fatores sociais abrem mais portas que as individuais. Eu sempre quis.
Primeiramente, quis colorir todo o planeta com as cores quefaltavam. Achar um
equilíbrio entre contrastes e luz de todos os países.Conseguir atenção de várias
pessoas para admirarem o tom negro camuflado pelotom de seda... Ou para os sutis em detrimento dos escuros. Eu sempre quis. Quis começar definitivamente a
mudança em minha casa.Escalar o máximo dos meus desejos e lá no topo cravar a
bandeira da vida.Canalizei completamente a paixão em meus dedos no teclado e
para minha sede decuriosidade sobre os "não-costumes" de alguém. Consegui
reconhecer a certeza deque a paixão não dura um mero supro.Tempos depois parei de questionar e acabei depositando todos os meusquereres em uma mala e lacrei.
E meu mundo saiu dos trilhos, sumiu do controle.Quando estava no fim, ouvi um
grito forte dizendo-me que era a última parada...Foi naquele instante que eu
perdi o brilho de minhas desejadas realizações.Esqueci-me de buscar, logo,
deixei de querer.Até que as letras olharam-me e eu sabia que elas ainda
estariamdisponíveis. Seus propósitos foram maiores que os meus. E com isso
elesinfluenciaram positivamente a vida de ambos. E claro, influenciou ainda mais
aminha... Eu quis mais e mais dessas letras no meu alfabeto.
Quis em diversosidiomas e dialetos. Quis todas as combinações possíveis e imagináveis. Quis, somente quis e sempre irei querer você.''Eu te amo imensamente.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Carta vermelha.
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