Por causa de belos olhos, o que era errado foi feito... E eu quis deixei-me levar, na imensidão daquele azul, aquele azul celeste, claro como o absinto que me embriaga a cada olhar!
Possuo seu corpo, com um certo desejo incontrolável. A vontade de ter você só para mim, aumenta a cada beijo.
Não consigo mais conviver com a ideia de dividir você com outra e preciso sentir teu perfume ao acordar, teu toque, domina minha mente e me faz delirar de prazer, por horas intensas.. Teu cheiro misturado ao meu em uma sintonia surreal.
Não quero pensar assim, acima de tudo, não devo pensar assim!
Sabe o que mais me deixa em sérios apuros, é que sei do certo e do errado. Sei de toda verdade que sua pele me transmite, que seus olhos entregam...
Meu medo é que em algumas horas todo esse encanto se acabe..
Assim como agora, você se foi, cansou do perigo, voltou para sua vida normal.
Sinto teus beijos, que na minha alma ainda gritam.
Achas que acredito, que me esqueceste?
Sei que meu desejo é o mesmo que o teu, noites mal dormidas com conversas banais e sussurros.
Será que teu gosto, nunca mais irei sentir?
Ora, não seja fraco, se entregue!
Se entregue de vez a este sentimento, que és mais forte que nós mesmos, não se prenda, por causa de burocracias...
Lembro de você, do teu jeito. Com suas mãos quentes sobre as minhas
Sinto falta de esperar-te, no inesperado...
Porém, fico parada, inerte.
quinta-feira, 23 de julho de 2009
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Aprendi muito bem
Certos males vem para o bem! Lembra que me ensinaste isto?
Quando nós menos esperamos, algo acontece. Algo que pode mudar sua vida de tal maneira, que a tornará mais feliz, mais valida...
Tudo que passamos, tem um motivo, um porquê. Tristes episódios, nos deixam cabisbaixos e sem ânimo, incapazes de enxergarmos o que está diante de nossos olhos... Porém, "tem certos males, que vem para o bem", coisas que acontecem, que na hora pensamos, Por quê?, por quê está acontecendo comigo? Mas que logo somos recompensados com algo melhor... Eu perdi, e tu perdeste, mas ganhei muito mais que perdi! Ganhei uma oportunidade, de mostrar o quanto posso fazer a diferença. E tu perdeu? sim! Perdi tempo demais...
Me perguntaste, qual a diferença de antes e de agora e me faltam palavras para descrever, é tudo mais completo contigo, mais natural.. Apesar de ser cedo, de fazer poucos dias sem sua ilustre presença diante de mim, apesar de ser apenas o inicio da minha saudade, tenho plena certeza do que escrevo, e do que te falo e que fique claro, não estou sendo apressada, e sim sincera.
Como é possível, uma pessoa passar tanta tranquilidade e segurança?
É assim que me sinto ao teu lado, segura e tranquila! Risos, conversas bobas, conversas serias... Tudo é possível com você.
Impressionante é a saudade que sinto quando longe de ti estou..
Parece que de mim foi tirado, aquele chão me mantêm, mas quando estamos juntos o vazio que habita em mim, se preenche. Meus olhos brilham, meu coração palpita...
Mas enquanto isso não acontece, a angustia vive aqui de saudades tuas.
Quando nós menos esperamos, algo acontece. Algo que pode mudar sua vida de tal maneira, que a tornará mais feliz, mais valida...
Tudo que passamos, tem um motivo, um porquê. Tristes episódios, nos deixam cabisbaixos e sem ânimo, incapazes de enxergarmos o que está diante de nossos olhos... Porém, "tem certos males, que vem para o bem", coisas que acontecem, que na hora pensamos, Por quê?, por quê está acontecendo comigo? Mas que logo somos recompensados com algo melhor... Eu perdi, e tu perdeste, mas ganhei muito mais que perdi! Ganhei uma oportunidade, de mostrar o quanto posso fazer a diferença. E tu perdeu? sim! Perdi tempo demais...
Me perguntaste, qual a diferença de antes e de agora e me faltam palavras para descrever, é tudo mais completo contigo, mais natural.. Apesar de ser cedo, de fazer poucos dias sem sua ilustre presença diante de mim, apesar de ser apenas o inicio da minha saudade, tenho plena certeza do que escrevo, e do que te falo e que fique claro, não estou sendo apressada, e sim sincera.
Como é possível, uma pessoa passar tanta tranquilidade e segurança?
É assim que me sinto ao teu lado, segura e tranquila! Risos, conversas bobas, conversas serias... Tudo é possível com você.
Impressionante é a saudade que sinto quando longe de ti estou..
Parece que de mim foi tirado, aquele chão me mantêm, mas quando estamos juntos o vazio que habita em mim, se preenche. Meus olhos brilham, meu coração palpita...
Mas enquanto isso não acontece, a angustia vive aqui de saudades tuas.
Primeiro olhar, primeiro sinal. Chegavam um contra o outro, num balanço de olhares que pareciam não se conter. Começavam a cochichar entre os lados somente para sentir a reação oposta e riam. Continuavam entre os laços de amigos a fatalizar o momento de um modo romântico e perspicaz. Até que ele toma a iniciativa e vai de encontro a mercadoria, mas é tarde demais.
Assim, conseguiram tornar a noite uma vergonha amorosa. Fizeram da água, o vinho, e da conquista, o troféu. Mas não transformaram o acaso em coincidência, nem o desconhecido em amado. Era apenas um jogo de sedução. O problema é os dois eram as vítimas.
A amada sabia do desejo carnal e fez do mesmo, o desejado. Tornou a pedra preciosa e se envaideceu pelo "produto". O galanteador almejava a mercadoria mas facilitou para o tempo passar...e ela também passou.
Acontece que eram os resultados das equações e a finalização do mercado e esqueceram de que o amor não pede complicações, não pede definições tampouco racionalidade.
Só não compreendemos o que ele realmente quer, a essência de nós mesmos.
Assim, conseguiram tornar a noite uma vergonha amorosa. Fizeram da água, o vinho, e da conquista, o troféu. Mas não transformaram o acaso em coincidência, nem o desconhecido em amado. Era apenas um jogo de sedução. O problema é os dois eram as vítimas.
A amada sabia do desejo carnal e fez do mesmo, o desejado. Tornou a pedra preciosa e se envaideceu pelo "produto". O galanteador almejava a mercadoria mas facilitou para o tempo passar...e ela também passou.
Acontece que eram os resultados das equações e a finalização do mercado e esqueceram de que o amor não pede complicações, não pede definições tampouco racionalidade.
Só não compreendemos o que ele realmente quer, a essência de nós mesmos.
terça-feira, 21 de julho de 2009
Tendência...
Nem dormindo, nem acordada, (…) Nem nos acessos de loucura, ou em qualquer estado de insanidade mental, não há quem se considere alegre, quando não sente alegria, ou pense sofrer alguma dor, quando em verdade nada sofre.
Estava cá com os meus botões essa madrugada, quando, reparei que estava fazendo uma retrospectiva de dois anos, e estou satisfeita com o que eu fiz e alcancei. Por outro lado, insisto em me cobrar pelas coisas que eu já deveria ter feito há mais tempo e ainda não fiz. Gosto disto. Acho saudável não ser uma pessoa conformada. De um ano para outro tudo muda. Dentro do pequeno punhado de pessoas que eu conheci (dentre os quais reais e fictícias ), vi muita gente mudando-se, partindo, retornando, casando, tendo filhos e separando-se. Assisti tudo como se eu fosse um telespectador, sentindo-me á parte de tudo e desejando um final feliz. Eu me considerava “estável”. Mas assim como quem assiste a uma novela, eu queria saber que fim estava reservado aos personagens do folhetim que eu acompanhava, não querendo eu aceitar que telespectadores também são atores. É próprio demim não querer aceitar dor1as coisas como eles são. Eu tinha vários medos. Um deles era o de encarar verdades que me davam calafrios só de pensar nelas. Outro era o que fazer com a confirmação destas verdades. Eu preferia sempre optar pela “fuga fácil”, a mesma que a maioria aparentemente opta, isto é: fingir que está tudo bem (poderia ser pior!) e ser otimista (tempos melhores virão!) e assim tornei-me profissional em mentir para mim mesma. A gente acaba acostumando-se com a rejeição, a dor, a solidão e até com o desrespeito. O pior é que quando não partilha-se isto com ninguém, começa-se a achar que isto é normal ou mérito. Não adiantava (no meu caso) revelar isto para alguém sem ser tachada de ingrata. A boa notícia é que tudo termina. Sempre há a chance de recuperar o “tempo perdido”, de amar de novo, de lutar por um ideal. Amar de novo não é apenas possível, é também desejável. Mas antes é preciso dar tempo ao tempo e deixar as feridas cicatrizarem. E parar de lutar contra esta tendência auto-destrutiva de não permitir-se amar. Escrever aqui é fácil. Difícil é ter de suportar a dor de uma tentativa frustrada de acertar um tiro de misericórdia em si mesmo.
Estava cá com os meus botões essa madrugada, quando, reparei que estava fazendo uma retrospectiva de dois anos, e estou satisfeita com o que eu fiz e alcancei. Por outro lado, insisto em me cobrar pelas coisas que eu já deveria ter feito há mais tempo e ainda não fiz. Gosto disto. Acho saudável não ser uma pessoa conformada. De um ano para outro tudo muda. Dentro do pequeno punhado de pessoas que eu conheci (dentre os quais reais e fictícias ), vi muita gente mudando-se, partindo, retornando, casando, tendo filhos e separando-se. Assisti tudo como se eu fosse um telespectador, sentindo-me á parte de tudo e desejando um final feliz. Eu me considerava “estável”. Mas assim como quem assiste a uma novela, eu queria saber que fim estava reservado aos personagens do folhetim que eu acompanhava, não querendo eu aceitar que telespectadores também são atores. É próprio demim não querer aceitar dor1as coisas como eles são. Eu tinha vários medos. Um deles era o de encarar verdades que me davam calafrios só de pensar nelas. Outro era o que fazer com a confirmação destas verdades. Eu preferia sempre optar pela “fuga fácil”, a mesma que a maioria aparentemente opta, isto é: fingir que está tudo bem (poderia ser pior!) e ser otimista (tempos melhores virão!) e assim tornei-me profissional em mentir para mim mesma. A gente acaba acostumando-se com a rejeição, a dor, a solidão e até com o desrespeito. O pior é que quando não partilha-se isto com ninguém, começa-se a achar que isto é normal ou mérito. Não adiantava (no meu caso) revelar isto para alguém sem ser tachada de ingrata. A boa notícia é que tudo termina. Sempre há a chance de recuperar o “tempo perdido”, de amar de novo, de lutar por um ideal. Amar de novo não é apenas possível, é também desejável. Mas antes é preciso dar tempo ao tempo e deixar as feridas cicatrizarem. E parar de lutar contra esta tendência auto-destrutiva de não permitir-se amar. Escrever aqui é fácil. Difícil é ter de suportar a dor de uma tentativa frustrada de acertar um tiro de misericórdia em si mesmo.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
E agora, como criar vergonha na cara?
(...) E por falar em coisas bonitas aqui vai um brinde para você...
Se é verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para
o dia seguinte nossas mágoas e dores? Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora... [Assim como eu, claro.]
Nos apegamos ao sofrimento,ao ressentimento.. Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora.
As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos, do que fizemos e do que devemos evitar. Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as
nossas vivências e nos deixar como novos. Ainda bem...
Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos.Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas! Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber. O que não podemos é carregar no dia-a-dia, é a teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento. [Falar é tão fácil...]
"Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida."
As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência. Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer: EU NÃO PRECISO MAIS DISSO!
E isso aqui não me traz nenhum benefício. E quando só ficarem a lembrança das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros.
Sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e FELIZ.
Se é verdade que a cada dia basta sua carga, por que então teimamos em carregar para
o dia seguinte nossas mágoas e dores? Há ainda os que carregam para a semana seguinte, o mês seguinte e anos afora... [Assim como eu, claro.]
Nos apegamos ao sofrimento,ao ressentimento.. Como nos apegamos a essas coisinhas que guardamos nas nossas gavetas, sabendo inúteis, mas sem coragem para jogar fora.
As marcas e cicatrizes ficam para nos lembrar da vida, do que fomos, do que fizemos e do que devemos evitar. Não inventaram ainda uma cirurgia plástica da alma, onde podem tirar todas as
nossas vivências e nos deixar como novos. Ainda bem...
Não devemos nos esquecer do nosso passado, de onde viemos, do que fizemos, dos caminhos que percorremos.Não podemos nos esquecer de nossas vitórias, nossas quedas e nossas lutas! Menos ainda das pessoas que encontramos, essas que direcionaram nossas vidas, muitas vezes sem saber. O que não podemos é carregar no dia-a-dia, é a teimosia, o ódio, o rancor, as mágoas, o sentimento de derrota e o ressentimento. [Falar é tão fácil...]
"Acredite ou não, mas perdoar a quem nos feriu dói mais na pessoa do que o ódio que podemos sentir durante toda uma vida."
As mágoas envelhecidas transparecem no nosso rosto e nos nossos atos e moldam nossa existência. Precisamos, com muita coragem e ousadia, abrir a gaveta do nosso coração e dizer: EU NÃO PRECISO MAIS DISSO!
E isso aqui não me traz nenhum benefício. E quando só ficarem a lembrança das alegrias, do bem que nos fizeram, das rosas secas, mas carregadas de amor mais espaço haverá para novas experiências, novos encontros.
Sua vida merece que, a cada dia, você dê uma chance para que ela seja plena e FELIZ.
sábado, 11 de julho de 2009
Querer, poder e vice versa.
Querer alguém, ou alguma coisa, é muito fácil. Mesmo assim, olhar e sentirmo-nos querer, sem pensar no que estamos a fazer, é uma coisa mais bonita do que se diz. Antes de vermos a pessoa, ou a coisa, não sabíamos que estávamos tão insatisfeitos. Porque não estávamos. Mas, de repente, assalta-nos a falta enorme que ela nos faz. Para não falar naquela que nos fez e para sempre há-de fazer. Como foi possível viver sem ela? Foi uma obscenidade. Querer é descobrir faltas secretas, ou inventá-las na magia do momento. Não há surpresa maior.
O que é bonito no querer é sentirmo-nos subitamente incompletos sem a coisa que queremos. […] Por que razão não nos sentimos inteiros quando queremos? É porque a outra pessoa, sem querer, levou a parte melhor que havia em nós, aquela que nos faz mais falta. É a parte de nós que olha por nós e nos reconcilia connosco. Quanto mais queremos outra pessoa, menos nos queremos a nós…
Querer é mais forte que desejar, pelo menos na nossa língua. Querer é querer ter, é ter de ter. Querer tem mesmo de ser. Na frase felicíssima que os Portugueses usam, "o que tem de ser tem muita força". Desejar tem menos. É condicional. Quem deseja, desejaria. […]
O querer é bonito porque, concentrando-se na coisa ou na pessoa que se quer, elimina o resto do mundo. O resto do mundo é uma entidade muito grande que tem graça e tem valor eliminar. Querer um homem em vez de todos os outros homens, uma mulher em vez de todas as outras mulheres é fazer a escolha mais impossível e bela. Acho que se pode ter tudo o que se quer de muitas pessoas ao mesmo tempo, mas que não se pode querer senão uma pessoa. Ter todas as pessoas não chega para nos satisfazer, mas basta querer só uma, e não a ter, para nos insatisfazer. É por isso que se tem de dar valor à vontade.
O que é bonito no querer é sentirmo-nos subitamente incompletos sem a coisa que queremos. […] Por que razão não nos sentimos inteiros quando queremos? É porque a outra pessoa, sem querer, levou a parte melhor que havia em nós, aquela que nos faz mais falta. É a parte de nós que olha por nós e nos reconcilia connosco. Quanto mais queremos outra pessoa, menos nos queremos a nós…
Querer é mais forte que desejar, pelo menos na nossa língua. Querer é querer ter, é ter de ter. Querer tem mesmo de ser. Na frase felicíssima que os Portugueses usam, "o que tem de ser tem muita força". Desejar tem menos. É condicional. Quem deseja, desejaria. […]
O querer é bonito porque, concentrando-se na coisa ou na pessoa que se quer, elimina o resto do mundo. O resto do mundo é uma entidade muito grande que tem graça e tem valor eliminar. Querer um homem em vez de todos os outros homens, uma mulher em vez de todas as outras mulheres é fazer a escolha mais impossível e bela. Acho que se pode ter tudo o que se quer de muitas pessoas ao mesmo tempo, mas que não se pode querer senão uma pessoa. Ter todas as pessoas não chega para nos satisfazer, mas basta querer só uma, e não a ter, para nos insatisfazer. É por isso que se tem de dar valor à vontade.
Pequenos temores...

Eu gostaria de ainda ter apenas os receios da infância. Quando meu maior problema era o fantasma que se escondia nos cantos escuros do quarto, e que com uma oração e um cobertor se ia. Adoraria poder ter medo de dinossauros que, misteriosamente, haviam sobrevivido por anos e anos à procura de caças atrativas como seres humanos. Rezo para ficar parte da noite acordada para encenar uma pequena peça no dia seguinte, como antes. Porque hoje, temo o mundo. Temo aqueles que se escondem nas sombras e são reais. Anseio por aqueles acompanhados por minha imaginação todas as vezes em que se distanciam. Me encontro aterrorizada pela segurança falha daqueles por mim amados, e pelo que pode acontecer àqueles que conheço. O futuro me amedronta, e em tantos diversos aspectos, que tenho medo da dúvida. E em meio a tanta apreensão, me perco. Nem sempre consigo salvar meus olhos do cinzento em que se encontram o céu, os rostos, as vozes.
Não encontrei ainda um porquê que me deixasse satisfeita. Não vejo motivos para ser assim. Não há sentido, não há lógica.
E no entanto... hoje me fazem falta os fantasmas, tão inocentes eram. Tentaram me mostrar um pouco do que seria essa parte do mundo, infelizmente, falhando em sua missão.
Ainda me surpreendo amargamente.
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