Pode parecer que está tudo mudando , dando ao dito como inseguro e ao imprevisível uma habitação novamente nesta minha casa cor de sonho... Os momentos e os tais sentimentos humanos parecem ser sempre tão circunstanciais, abaláveis, sensíveis, terrenos. Sinto muito por isto. E me percebo tão anormal e estranha, por não conseguir cultivar determinados brotos mais duros em meu coração. Não questione esse meu jeito “perdoativo” de ser. Você provavelmente não irá conseguir encontrar maiores fundamentos embasados nisso tudo, até porque não são abstratos demais para a racionalidade que todos aqui utilizam.
Mas é que, mesmo não devendo apalpar os próximos segundos e assegurá-los a procedência, guardo em mim a mais pura certeza: conhecemo-nos muito bem. É até contraditório, diante dos nossos pontos de vista, por tantas vezes conversamos sobre tudo que nos trouxe até os lugares onde estamos hoje ou sobre os medos, acertos e erros que cometemos. Tão incrível como um silêncio, um sorriso, um olhar, um gesto possam expressar tanto sobre nós.
Compreendemos... Nós não fingimos que entendemos, nem camuflamos o que verdadeiramente pensamos, queremos, sabemos. Quem disse que é fácil, quem disse que seria fácil? Atentamente nossas razões concretizam, para tomar as atitudes nas horas que achamos cabíveis. Essa é a mágica, a chave e base de tudo. Você espera o meu tempo, atentamente e cuidadosamente. Observar esse jeito com seus olhos de ternura que consigo sentir a kilometros. Eu sinto cheiro de equilíbrio no ar. Parece tanto com as cores azul das nossas paredes imaginárias. Leva-me contigo, está bem?
Infelizmente, se o amanhã não nos permitir continuar cultivando esta paz e este jardim, ambos saberemos seguir em frente e, se precisarmos olhar para o passado, teremos respeito, maturidade e carinho suficientes, para guardar as memórias de todos os momentos vividos. Mas isto é uma hipótese beeeeeem remota! Pois, você sabe que perdi a chave do meu coração, desde que resides por aqui. Ele é só seu. Só seu. Só meu. Nosso.
sábado, 28 de agosto de 2010
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Pequenos detalhes.
"Dê-me sua mão, enquanto penso cair. Por favor, não se assuste comigo, sou sempre e sempre serei assim... Não me olhe com esses olhos de quem de mim tem medo, eu não sou capaz de nada a não ser murchar-me em lágrimas. Não sou capaz de tantas loucuras que bem entendo mesmo um pouco louca, não sou tão volúvel, tão mesquinha. Minhas palavras não exageram o que sinto, mas isso é efeito de todo melodrama que deposito em mim, bem escondido. Sei que não falo sempre de flores, mas acredite, sou amável e sincera, sou forte e muito otimista. Meus dramas são espetáculos pecaminosos, para muitas vezes chamar atenção, enfim. Às vezes estranho que em meu peito haja mesma tristeza e neblina, pergunto-me a mim, em silêncio, se é mesmo verdade ou se é mais uma peça de meu próprio teatro. E sim, é. É verdade, é tristeza. Tanta que deixa-me assim, tão fraca. Tão sensível e pequena. Aquela voz forte que declama as coisas com tanta certeza, vai sumindo. Nem mesmo voz existe. Apenas meu olhar mudo e tristonho para si. Então, dê-me sua mão e me aninha em seus braços. Chega de ouvir tanta coisa, preciso de abraços apertados, preciso sentir-me segura... Enxugue minhas lágrimas, arranque-me um sorriso. Diga que sou fraquinha, que tudo isso nem é tão ruim e que vai passar. Fale que sou sua e que preciso de seus braços para me defender de todo mal, que sou menininha chorona, mas de quem se orgulha, de quem mais admira e ainda, dizendo do futuro, do nosso futuro, da nossa vida, de que o sol nascerá mais lindo amanhã. Prove pra mim que você é capaz de arrancar meu sorriso e que sempre fará isso comigo, só porque sou sua."
sexta-feira, 30 de julho de 2010
...
Com o coração sangrando e acelerado, com os olhos mareados e brilhantes pergunto de onde vem essa essência misteriosa e confusa... Preciso voltar a falar sobre a minha doce tristeza, digo, o meu estado emocional preferido. Onde o cinza é a cor mais bela que o céu pode transmitir num dia como esse. Mas a esperança não morre, e não vai morrer nunca. Se morrer a esperança morre a vida, acredite, morre... É como um ataque de risos que pertence a nossa felicidade. Não deixe os demônios habitar em seu ser, saiba que a balança existe dentro de cada um. Saiba como regular sua mente, sua droga de mente. Sinta o gosto da lágrima da despedida, sinta a dor de um coração despedaçado por você. Sinta, culpe-se. Morra...
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Colecionadora de decepções.
Poderia colecionar qualquer coisa. Mas eu escolhi colecionar isso...
Tarefa fácil? Pra quem está fora, pra quem está longe dessa minha "zona de proteção".
Sentir-se infeliz ou passar por momentos ruins lhe torna mais forte. Ok, sim. Mas e depois? Como você reage quando está no escuro e apenas sabe que no seu interior há algo apodrecendo, perdendo cor, perdendo vida...
E lá vou eu falando de cores novamente... Tão aleatório pensar nisso. Surge, como surge o sol... Falando em sol, a tempos não amanheço com pensamentos ensolarados, necessito urgentemente de cores quentes que aqueçam minha alma e me fala sentir meu coração pulsar como antes...
Não quero esquecer de mim, e se for pra esquecer que seja desse eu de agora!
Eu já me vejo sangrando a tanto tempo e sei que nada costuma "parar" tão rápido assim, tampar a ferida não resolve... é pouco demais pra um coração amargurado, calejado, triste.
Quero colecionar cores alegres, músicas de bom tom e palavras subentendidas boas de não ouvir... ótimas de sentir.
É cruel pensar sobre a eternidade... É fácil sentir vontade de viver assim...
Tristeza combina comigo, eu sei, falar disso também é bom pra mim... MAS até quando?
Estou cansada de colorir quase tudo em preto e branco, minha caneta secou, mas e agora?...
Estou cansada de me limitar pra me encaixar na sua definição.
Aqui, neste pedaço lamentações: toda a tristeza que sinto. E sofro. E sinto. E a omito. Não que seja uma tristeza remota, repetitiva, insistente... É a tristeza de um modo agudo, intenso, afobado. Sinto minha falta hoje, mas acredite, não é todo instante. E quando vem, rouba essas lágrimas que caem agora de mim. Aflita, abraço a mim mesma com facas cortantes, na tentativa de ser forte, eu mesma me machuco. Mesmo que eu tente fugir do lirismo e ir para racionalidade, cá está toda essa saudade involuntária, sufocando minhas decisões. Ela é filha de uma emocionalidade que agora considero tosca. E usando a razão, seria loucura eu não senti-la.
Mesmo assim, antes que a imagem que pintamos nos engula, cuspa fora!
E sendo assim, me veja sofrendo e sangrando como de costume...
...perdoe-me enquanto eu explodo por dentro!
Tarefa fácil? Pra quem está fora, pra quem está longe dessa minha "zona de proteção".
Sentir-se infeliz ou passar por momentos ruins lhe torna mais forte. Ok, sim. Mas e depois? Como você reage quando está no escuro e apenas sabe que no seu interior há algo apodrecendo, perdendo cor, perdendo vida...
E lá vou eu falando de cores novamente... Tão aleatório pensar nisso. Surge, como surge o sol... Falando em sol, a tempos não amanheço com pensamentos ensolarados, necessito urgentemente de cores quentes que aqueçam minha alma e me fala sentir meu coração pulsar como antes...
Não quero esquecer de mim, e se for pra esquecer que seja desse eu de agora!
Eu já me vejo sangrando a tanto tempo e sei que nada costuma "parar" tão rápido assim, tampar a ferida não resolve... é pouco demais pra um coração amargurado, calejado, triste.
Quero colecionar cores alegres, músicas de bom tom e palavras subentendidas boas de não ouvir... ótimas de sentir.
É cruel pensar sobre a eternidade... É fácil sentir vontade de viver assim...
Tristeza combina comigo, eu sei, falar disso também é bom pra mim... MAS até quando?
Estou cansada de colorir quase tudo em preto e branco, minha caneta secou, mas e agora?...
Estou cansada de me limitar pra me encaixar na sua definição.
Aqui, neste pedaço lamentações: toda a tristeza que sinto. E sofro. E sinto. E a omito. Não que seja uma tristeza remota, repetitiva, insistente... É a tristeza de um modo agudo, intenso, afobado. Sinto minha falta hoje, mas acredite, não é todo instante. E quando vem, rouba essas lágrimas que caem agora de mim. Aflita, abraço a mim mesma com facas cortantes, na tentativa de ser forte, eu mesma me machuco. Mesmo que eu tente fugir do lirismo e ir para racionalidade, cá está toda essa saudade involuntária, sufocando minhas decisões. Ela é filha de uma emocionalidade que agora considero tosca. E usando a razão, seria loucura eu não senti-la.
Mesmo assim, antes que a imagem que pintamos nos engula, cuspa fora!
E sendo assim, me veja sofrendo e sangrando como de costume...
...perdoe-me enquanto eu explodo por dentro!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Além do que vê...
Hoje me pede para eu sumir
E se te disser que irei por ti até a escuridão?
Mas apenas prometa que haverá uma luz, nem que seja a do seu olhar...
Abraça-me, diga que nada do que sinto é em vão.
Desate os nós que existem em nossa mente.
Obscura e sincera mente, cuide-me, canonize-nos...
Preciso achar o cais que ancoraste seu coração junto ao meu.
O vazio de flutuar em esperanças de achar a resposta do que eu insisto em chamar de amor.
Sinta o sangue misturando-se, fluindo como uma melodia de mestre.
Sinta algo enigmático, será mesmo algo curioso...
Nunca agirei conforme minha idade, pois bem, serei madura o suficiente!
Eu já não caibo em mim faz tempo, isso não é novidade...
Mas tenho sempre a sensação de um pedaço faltante, sobrando espaço, algo e o lugar...
– ah, e falta aqui, também é você. Você é tanto pra mim e importa, - importa sim que eu sofra.
Aliás, já sou ótima nisso ultimamente.
Tem esse espaço que você ocupa; esse que pulsa e sangra; esse que cava e estanca sem se tocar, - sempre é um só riso. Mas nunca, um riso a sós.
São tantos nós, é sempre. Tantos são os poréns também, porém ainda é sempre ainda e até e quando.
Eu sofro e sonho. Eu amo e encanto.
Esforço-me muito pouco ultimamente, também é verdade, mas, por favor, perdoa.
Seu humor e estado e é tanto bruto, comigo, eu penso. Eu tenho medo e culpa sempre; Eu tenho tanta sempre, eu sei.
Mas, Amor, que um dia não será mais meu...
Não vou te deixar, seguir-te-ei em pensamentos, meu bem.
E se te disser que irei por ti até a escuridão?
Mas apenas prometa que haverá uma luz, nem que seja a do seu olhar...
Abraça-me, diga que nada do que sinto é em vão.
Desate os nós que existem em nossa mente.
Obscura e sincera mente, cuide-me, canonize-nos...
Preciso achar o cais que ancoraste seu coração junto ao meu.
O vazio de flutuar em esperanças de achar a resposta do que eu insisto em chamar de amor.
Sinta o sangue misturando-se, fluindo como uma melodia de mestre.
Sinta algo enigmático, será mesmo algo curioso...
Nunca agirei conforme minha idade, pois bem, serei madura o suficiente!
Eu já não caibo em mim faz tempo, isso não é novidade...
Mas tenho sempre a sensação de um pedaço faltante, sobrando espaço, algo e o lugar...
– ah, e falta aqui, também é você. Você é tanto pra mim e importa, - importa sim que eu sofra.
Aliás, já sou ótima nisso ultimamente.
Tem esse espaço que você ocupa; esse que pulsa e sangra; esse que cava e estanca sem se tocar, - sempre é um só riso. Mas nunca, um riso a sós.
São tantos nós, é sempre. Tantos são os poréns também, porém ainda é sempre ainda e até e quando.
Eu sofro e sonho. Eu amo e encanto.
Esforço-me muito pouco ultimamente, também é verdade, mas, por favor, perdoa.
Seu humor e estado e é tanto bruto, comigo, eu penso. Eu tenho medo e culpa sempre; Eu tenho tanta sempre, eu sei.
Mas, Amor, que um dia não será mais meu...
Não vou te deixar, seguir-te-ei em pensamentos, meu bem.
quarta-feira, 7 de julho de 2010
Certas vezes penso que as nos falta certo... "tônus" na vida.
A necessária [força] que nos permite militar por tudo que queremos e almejamos.
Por falar muito em "sonhos"... Já tive tantos e percebo que a maioria envelheceu como o portão de casa! Tem ferrugem nos sonhos? Ou eles já nascem geneticamente prontos para não vir a existir, quando o caso não for digno disso? De fato há sonhos que não podem vir a ser concretizados! Por questões éticas, morais e até mesmo racionais...
Meus sentimentos assim como meus sonhos resistem ao tempo e as intempéries... Eu me nego a desistir das coisas! Talvez eu seja uma "cabeça dura", ou quem sabe não adquiri a sensibilidade norteadora da vida...
Meus sentimentos e sonhos teimam em não aceitar o tal prazo de validade...
É... Escrevo por escrever e renomear palavras... Mas meu sonho se explica por não nomear nada e sim lutar pelos ideais de uma vida, que mesmo sendo minha, quero e preciso que seja dividido... Lutar pelos sinceros sentimentos que tenho.
Estes são, portanto... Os meus sinceros sentimentos...
A distância não é pura e simplesmente a ausência de outra pessoa...
Não é a ruptura impetuosa de uma relação... Longe disso.
A distância é estar junto, desejando estar longe, é estar colado (literalmente), mas com o pensamento mais dissociativo possível. E insisto em perceber que a distância, da maneira que aprendemos, em muito não se assemelha a realidade do que vejo! Do que sinto...
Talvez me sinta ligada as pessoas que deixei, pois sei que não as deixei totalmente. Que buscava ainda sim lembrar pequenos fragmentos da mesma.
Quem sabe, os elos sejam mais fortes do que suponha. Quem sabe eu guardei o melhor de mim para serem descobertos todos os dias, talvez guardasse coisas em mim, cujo descobrir é mais prazeroso com alguém... Guardei sim, e sem ter por que ou razão, e vou arriscar dos meus jeitos a maneira certa de mostrá-los... Meu medo ainda é que o coração pulse com ondas diferentes e arda no final de tudo...
Bom, a distância que há não me parece ser tão assustadora, por mais que a saudade sempre ocupe o lugar desta.
A necessária [força] que nos permite militar por tudo que queremos e almejamos.
Por falar muito em "sonhos"... Já tive tantos e percebo que a maioria envelheceu como o portão de casa! Tem ferrugem nos sonhos? Ou eles já nascem geneticamente prontos para não vir a existir, quando o caso não for digno disso? De fato há sonhos que não podem vir a ser concretizados! Por questões éticas, morais e até mesmo racionais...
Meus sentimentos assim como meus sonhos resistem ao tempo e as intempéries... Eu me nego a desistir das coisas! Talvez eu seja uma "cabeça dura", ou quem sabe não adquiri a sensibilidade norteadora da vida...
Meus sentimentos e sonhos teimam em não aceitar o tal prazo de validade...
É... Escrevo por escrever e renomear palavras... Mas meu sonho se explica por não nomear nada e sim lutar pelos ideais de uma vida, que mesmo sendo minha, quero e preciso que seja dividido... Lutar pelos sinceros sentimentos que tenho.
Estes são, portanto... Os meus sinceros sentimentos...
A distância não é pura e simplesmente a ausência de outra pessoa...
Não é a ruptura impetuosa de uma relação... Longe disso.
A distância é estar junto, desejando estar longe, é estar colado (literalmente), mas com o pensamento mais dissociativo possível. E insisto em perceber que a distância, da maneira que aprendemos, em muito não se assemelha a realidade do que vejo! Do que sinto...
Talvez me sinta ligada as pessoas que deixei, pois sei que não as deixei totalmente. Que buscava ainda sim lembrar pequenos fragmentos da mesma.
Quem sabe, os elos sejam mais fortes do que suponha. Quem sabe eu guardei o melhor de mim para serem descobertos todos os dias, talvez guardasse coisas em mim, cujo descobrir é mais prazeroso com alguém... Guardei sim, e sem ter por que ou razão, e vou arriscar dos meus jeitos a maneira certa de mostrá-los... Meu medo ainda é que o coração pulse com ondas diferentes e arda no final de tudo...
Bom, a distância que há não me parece ser tão assustadora, por mais que a saudade sempre ocupe o lugar desta.
terça-feira, 6 de julho de 2010
Clandestino
Nas trilhas sinuosas vou me perdendo, desviando para evitar...
Nessas inconstâncias vertiginosas - vertigens de tempo, de som...
Como perder-se? Perder o caminho ou razão de trilhar...
Nos perdemos aos poucos...
No conhecimento que chega.
Na poesia que fica!
Nos perdemos sem a identidade do porque (?)
Nos perdemos pelo que chegamos a buscar!
Sem encontrar...
Nos esquecemos no caminho.
Nos perdemos nos beijos comprados.
Nos amores rebaixados - desmerecimento indolor...
Desilusão que se acha, mas com certeza de ter!
Perde-se, acontece...
Perder para ganhar uma dor?
Perder para crucificar os espíritos da desilusão?
Perder par não derramar lágrimas de ilusão?
Perder para saber que ainda és forte?
Me perder...
Já começo a me perder nas palavras!
Na poesia, na tentativa inusitada do fracasso...
Nos versos e entonações anedotas... (humor cômico?)
De certo me esqueci nas dores do coração
Mas deveria agradecer por conseguir ainda sim, continuar e ter coragem...
Pelo suspiro de cada dia, pela força que me guia
No início da sinuosa...caminhada
Fustigante e inexpressiva...
Rumores...
[Solidão]
Nessas inconstâncias vertiginosas - vertigens de tempo, de som...
Como perder-se? Perder o caminho ou razão de trilhar...
Nos perdemos aos poucos...
No conhecimento que chega.
Na poesia que fica!
Nos perdemos sem a identidade do porque (?)
Nos perdemos pelo que chegamos a buscar!
Sem encontrar...
Nos esquecemos no caminho.
Nos perdemos nos beijos comprados.
Nos amores rebaixados - desmerecimento indolor...
Desilusão que se acha, mas com certeza de ter!
Perde-se, acontece...
Perder para ganhar uma dor?
Perder para crucificar os espíritos da desilusão?
Perder par não derramar lágrimas de ilusão?
Perder para saber que ainda és forte?
Me perder...
Já começo a me perder nas palavras!
Na poesia, na tentativa inusitada do fracasso...
Nos versos e entonações anedotas... (humor cômico?)
De certo me esqueci nas dores do coração
Mas deveria agradecer por conseguir ainda sim, continuar e ter coragem...
Pelo suspiro de cada dia, pela força que me guia
No início da sinuosa...caminhada
Fustigante e inexpressiva...
Rumores...
[Solidão]
Assinar:
Postagens (Atom)